Juiz que condenou o Presidente Lula vai ser ministro de seu adversário.

O desenvolvimento dos fatos políticos comprova que a condenação judicial elaborada pelo juiz da Lava-Jato de Curitiba foi parcial e tinha interesses políticos e carreiristas.

Segundo o DataFolha, o Presidente Lula teria por volta de 39% dos voto no primeiro turno das eleições 2018. Liderando todas as pesquisas com uma ampla margem de vantagem do seu concorrente, hoje nomeado nas urnas como presidente.

Um pouco antes de iniciar o processo eleitoral, o juiz de primeira instância e seus comparsas na segunda instância de Porto Alegre, acelerou em prazo record o julgamento de uma sentença condenatória já anunciada nos jornais. Condenação que se sustenta em categoria jurídica inventada pelo juiz: “Lavagem de dinheiro por ato de oficio indeterminado”. A decisão sem provas e sem crime foi referendada pelo TRF4°, amplamente questionada por juristas renomados no Brasil e no mundo e acolhida pela própria Organização das Nações Unidas.

Em junho, quando o Desembargador Favreto que acatando pedido da defesa concedeu habeas corpus ao Presidente Lula, o juiz de Curitiba atuou abertamente por meios ilegais para reverter essa decisão, mesmo estando de férias em Portugal.

Seis dias antes das eleições, atuando de má fé, liberou delações sem provas para prejudicar o PT. O capitão fascista assume a liderança das intenções de voto e vence as eleições contra o candidato do Partidos dos Trabalhadores e apoiado pelo presidente Lula, Fernando Haddad.

Agora, com o adversário de Lula recém nomeado presidente, através de uma eleição fraudada, o Juiz fascista é convidado pelo Presidente Fascista para assumir o Ministério da Justiça, e posteriormente indicado para assumir uma futura vaga no Supremo Tribunal Federal, o juiz que condenou Lula, seu adversário nas urnas. O mesmo juiz vai até a casa do capitão e se diz “Honrado com a lembrança” e aceita o cargo.

A conspiração é evidente e a fraude é comprovada. O juiz prendeu Lula, possibilitou a vitória nas urnas do adversário de Lula e agora negocia um superministério. Dessa forma é comprovado que o juiz atuou de má fé, afim de obteve vantagens políticas e carreiristas. Por tanto, todas suas decisões devem ser anuladas, assim como fortalece o questionamento da legitimidade do processo eleitoral, fortemente viciada por fraudes, mentiras, violências e manipulações dos golpistas.

Não será apenas nos tribunais e no parlamento que essa luta será vencida, a campanha pela Liberdade de Lula deve assumir todo o vigor e a Ditadura Militar que se ergue no país denunciada, pois foi referendada por uma eleição manchada pela fraude.

Abaixo o Golpe e a Ditadura Militar!

Lula Livre e Presidente!

Constituinte Popular e Soberana!

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