Encapuzados armados com armas e granadas dão o tom da madruga (24/01) em Caracas.

A dita oposição “democrática e pacífica” ao governo eleito de Nicolás Maduro “comemora” a autoproclamação do “novo presidente da Venezuela” Juan Guaidó com tiros, granadas e incêndios nesta madrugada de quinta-feira, 24 de janeiro de 2019. Veja vídeos:

Terroristas encapuzados espalham terror nas ruas da capital venezuelana, disparando contra policiais
Os terroristas também lançaram granadas contra um carro da Guarda Nacional Bolivariana que transitava em uma via pública.
No bairro de Petare, policiais são recebidos com tiros e reagem. O número de feridos é desconhecido.

No dia 20 de dezembro do ano passado, foi denunciado pelo presidente Maduro uma articulação internacional contra a Venezuela, com dados e provas incontestáveis, envolvendo os EUA, Colômbia e Brasil.
Nessas denúncias, falava-se em mercenários com a farda da GNB na fronteira colombiana. Fiquemos atentos, já que isso é um sinal claro de uma possível operação de False Flag (bandeira falsa), quer dizer, quando uma facção se passa por outra para benefícios próprios. A tática já é velha conhecida pelo modelo de guerra híbrida disputada no oriente médio, como o sofrido pelo presidente sírio, Bashar al-Assad, quando os mercenários do “Exército Síria Livre”, armados pelo então presidente estadunidense Barack Obama, executaram diversos ataques químicos em regiões civis de atuação da própria facção, de forma a incriminar perante a comunidade internacional o presidente do país. Para esse tipo de terrorista, assassinar alguns dos seus é algo corriqueiro. Agora, esses mercenários voltaram-se para a América Latina.

As ações mostradas aqui são só algumas das realizadas pela direita golpista venezuelana, a qual a mídia, à serviço de Washington, tenta dar uma aparência de civilidade e inocência.
Além de promover uma “guerra civil econômica”, a oposição incendiária já queimou hospitais, museus, centros de cultura, armazéns de remédios e comida, fora atentados contra a vida de várias pessoas. O mais famoso deles foi o caso do terrorista Oscar Perez, funcionário da Casa Branca responsável pelo grupo que roubou um helicóptero e arremesou dezenas de granadas contra prédios públicos venezuelanos. O terrorista é saudado pela direita golpita venezuelana, e brasileira, como “herói”.


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