Witzel e deputado do PSL querem homenagear policiais assassinos na Alerj

Deputado do PSL na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro, o mesmo indivíduo que quebrou a placa da vereadora Marielle Franco – brutalmente assassinada durante a intervenção militar no Rio – protocolou na terça-feira, dia 13/02, um pedido na ALERJ de homenagem aos policiais que mataram a facadas, tiros, tortura e mutilação os 15 jovens rendidos Fallet/Fogueteiro.

Os polícias da PM mataram homens suspeitos que já estavam rendidos. Antes de matar-lo, iniciaram uma seção de tortura. Há provas no relatório do Instituto Médico Legal que apontam sinais de traumatismo craniano, espancamento e mutilações provocadas por facadas. Depois de esfaquear, os policiais ainda fuzilaram as pessoas. Os corpos das vitimas foram empilhados dentro da casa da comunidade. Dedos, narizes, olhos e orelhas das vitimas foram arrancados pelos policias, que mostraram grande requinte de crueldade. Um episódio macabro não fica atrás em nenhum crime da Ditadura Militar.

Em menos de duas semanas já ocorreram duas chacinas no Rio de Janeiro, com um total de 26 mortos. As chacinas estão sendo incorporadas como prática da polícia no estado. Durante a Intervenção Militar, o Observatório da Intervenção divulgou relatório que aponta que o número de chacinas cresceu 86%, e quantidade de vítimas 138%.

A ação do deputado do PSL de homenagear os PMs assassinos é apoiada pelo carniceiro Witzel (governador), que veio à publico elogiar a chacina da polícia dizendo era legítima. Na esfera nacional, temos o Moro que quer dar carta branca para a polícia matar a população. Para além da insanidade e perversidade, a ação é a institucionalização da barbárie, genocídio e assassinato.

Policias intensificam repressão contra pobres

Seguindo o caminho do estímulo à violência do Estado dada pela Ditadura, um policial foi acusado por assassinar uma criança de 11 anos na porta de sua casa, em Triagem, Zona norte do Rio de Janeiro.

No mesmo dia, em outra localidade do Rio de janeiro, outro caso de violência de agentes de segurança ganhou repercussão, um jovem de 19 anos que estava ao lado de sua mãe foi assassinado por um segurança dentro de um supermercado. O delegado que atendeu o caso, liberou o segurança assassino e alegou “legítima defesa”, mesmo com provas que o jovem não reagiu à agressão.

Snipers em Manguinhos

Snipers foram posicionados pelo governador em pontos próximos a comunidade de Manguinhos, na zona norte do Rio de Janeiro.

Reagir as ilegalidades e barbaridades do Estado.

Caso a homenagem do deputado na Alerj seja confirmada, a população deve reagir contra essa tentativa de legalizar o genocídio. Impedindo qualquer provocação dos fascistas na Alerj. Ao longo da história, nem as mais terríveis ditaduras fascistas matavam os cidadãos de seu país livremente, como eles pretendem fazer aqui no Brasil.

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