Por pressão dos EUA, governo militar quer entregar “ajuda” na marra.

Mesmo após o fechamento da fronteira da Venezuela com o Brasil, ocorrida na tarde da última quinta-feita, dia 21 de fevereiro, o Porta-Voz da Presidência, General Rego Barros, disse que o governo militar decidiu entregar a “ajuda humanitária” na marra. A decisão foi tirada na tarde de ontem (21), após uma reunião entre Heleno, General Santos Cruz, Onyx da Casa Civil e Bolsonaro.

Perguntado sobre a logística, o general não foi preciso, negou a existência de qualquer ação militar na Venezuela, mas não deu detalhes sobre a logística de entrega da ajuda humanitária, apenas informou que caminhões brasileiros levarão os “produtos” até os depósitos na fronteira para que opositores venezuelanos pudessem pegar.

GOVERNO DOS EUA EXIGE QUE BRASIL GARANTA FORÇA MILITAR PARA ENTREGAR OS PRODUTOS.

O Departamento de Estado dos EUA negocia com Brasil e Colômbia as “disposições adequadas” para a entrega. A principal delas é o apoio militar.

“Precisamos assegurar que aqueles que recebem nossa ajuda, nossos parceiros e nossas equipes não serão colocados em perigo, que a assistência dos EUA possa chegar à população vulnerável”, disse uma fonte do setor de assuntos hemisféricos do Departamento de Estado.

Publicamente o governo militar do Brasil vem negando a possibilidade de intervenção militar, mas nos bastidores eles dizem que todas as opções estão “sobre a mesa”, incluindo a guerra.

HISTERIA DA DIREITA NA FRONTEIRA

No próximo sábado, dia 23, os EUA e seus governos satélites do Brasil e Colômbia, pretendem fazer uma histeria coletina na fronteira com a Venezuela. Querem construir uma história, que sob as lentes da mídia golpista, mostra uma visão falsa de que o governo Maduro reprime o povo. Levam para a Colômbia uma tática que não deu certo dentro da Venezuela, usar grupos criminosos para realizar ações de violência e criar falsos positivos.

GENERAL MOURÃO IRÁ SEGUNDA PARA REUNIÃO DO GRUPO “LACAIOS” DE LIMA

No roteiro do “show” midiático montado pelo governo dos EUA, está a realização da reunião do grupo de Lima para discutir a situação da Venezuela.

O governo militar confirmou que o Vice-Presidente Hamilton Mourão vai viajar para à Colômbia e participar da reunião do Grupo de Lima, na próxima segunda-feira. O encontro terá a presença do vice-presidente dos EUA, Mike Pience.

O governo do Peru, sob orientação dos Estados Unidos, pretende apresentar ao grupo a ruptura das relações diplomáticas com a Venezuela. Ação que precede, na maioria dos casos, uma ação militar.

VENEZUELA NÃO É INIMIGA DO POVO, MAS SIM OS GENERAIS BRASILEIROS E O IMPERIALISMO!

Os Estados Unidos pretende criar o caos para controlar a situação política na América Latina, assim como eles fizeram na África e Oriente Médio, assim possibilitando a pilhagem dos recursos naturais da América Latina e dos povos da região.

Estamos muito próximos de uma guerra. A Venezuela nunca representou uma ameaça ao povo brasileiro, pelo contrário, antes do golpe, o Brasil tinha uma balança comercial favorável com relação à Venezuela.

Em um conflito, as Forças Armadas do Brasil seriam utilizadas pelo Imperialismo como “testa e ferro”. Unicamente para proteger os interesses das petroleiras e mineradoras transnacionais que querem explorar as riquezas da Venezuela.

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