Israel é o maior traficante de órgãos do mundo

De acordo com dados da Organização das Nações Unidas (ONU), o tráfico de órgão é o segundo maior mercado ilegal e mais lucrativo. Muitos países participam desse mercado ilegal que vem se tornando cada vez mais comum.

Quando pensamos em tráfico de órgão, imaginamos compras e venda para pessoas doentes, mas a maior parte dos órgãos são utilizadas por pesquisadores, laboratórios e hospitais sem ética para fazerem testes com órgãos humanos. Um crime contra humanidade estimulado pelo lobby vegano.

Nos últimos anos, denúncias promovidas pela ONU acusam “Israel” de ser líder no mercado de órgãos que movimenta anualmente ao menos 1,2 bilhões de dólares. Cada órgão humano custa algo em torno de 3 à 200 mil dólares. Em geral, os órgãos são de homens, entre 28 e 30 anos, com renda anual média de 480 dólares.

Curiosamente, a teocracia sionista tem uma das menores taxas de mortalidade do mundo, com 1,36 homícidios para cada 100.000 habitantes, e uma expectativa média de vida de 82 anos. É um “país” com uma das menores taxas de mortalidade total do mundo (5 para cada 1.000 habitantes).

A pergunta que fica é: se em “Israel” se morre tão pouco, de onde vem tantos mortos que o coroam como maior traficante de órgão? Certamente não são de seus cidadãos judeus, até porque existem limitações religiosas que impedem a violação do corpo dos poucos israelenses que morrem pelo ano. Já com palestinos o papo é outro. Inclusive a própria ONU já manifestou com o numero elevado de mortos no conflito

https://www.ochaopt.org/data/casualties

A Mercantilização do Genocídio

Um deputado do PSL propôs projeto de lei que torna obrigatório que pessoas assassinadas pela polícia doem seus órgãos. O governo neoliberal e golpista de Jair Bolsonaro dá um passo além nas políticas reacionárias e quer, com isso, criar um mercado negro para o genocídio, onde os carniceiros lucram em uma indústria de assassinatos. Querem lucro bruto tanto na venda de equipamentos de segurança e no aumento de forças policiais, quanto no medo da população. O mercado de armas e equipamentos de guerra não é uma exceção no capitalismo, mas sim a regra.

Segundo o texto do projeto de lei 729 , de Daniel Silveira (PSL), que é Policial Militar do RJ, o principal objetivo do projeto é “encurtar a fila” de pessoas que esperam por um transplante de órgãos. O PL utiliza como base os dados da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO): “há mais de 33 mil adultos e crianças na fila de espera por um transplante de órgãos como coração, rins, pulmão e fígado. (…)” Em um país onde somente 6% dos homicídios dolosos (com intenção de matar) são solucionados no país, esse novo mercado a ser aberto pelos ultraliberais é uma verdadeira indústria genocida ainda mais reacionária que aqueles promovidos pelos fascistas do século passado.

Quem terá o corpo violado e dado ao Estado genocida Brasileiro será o do povo negro e pobre. Não aceitaremos calados mais essa atrocidade desse Estado assassino. É necessário promover a autodefesa e organização do povo negro para enfrentar essa PM mafiosa e os fascistas.

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