WASHINGTON FINANCIA MERCENÁRIOS PARA PROMOVER GUERRA CIVIL

Bernal disse que em três hotéis na cidade de Cucuta [Colômbia] estão hospedados cerca de 435 indivíduos, entre os quais alguns desertores e soldados expulsos das forças de segurança da Venezuela. Esses mercenários estariam sendo financiados pela Agência do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR). Esse grupo está sendo coordenados pelo general (aposentado) e fugitivo da justiça venezuelana Cliver Alcalá Cords.

O secretário salientou a importância da ACNUR explicar se tem ou não relações com o financiamento desses mercenários.

De acordo com informações de inteligência fornecidas por fontes da Polícia Nacional da Colômbia, esses grupos irregulares seriam direcionados a executar ações de invasão em território venezuelano.

O plano dos EUA é invadir o departamento Tachira e repassar o controle desse território para o fantoche da Cia, Guaidó, que hoje é um holograma que não possui poder político. Sem sustentação popular ou armada dentro da Venezuela, o “governo” de Guaidó em Tachira se sustentaria através do apoio de mercenários, paramilitares e grupos narcotraficantes colombianos.

“Quero alertar a comunidade internacional de que há uma nova forma de guerra contra a Venezuela. A intenção é causar caos interno através de incursão dos paramilitares, mercenários e alguns traidores”, disse Bernal, que culpou o governo dos EUA por se responsável por esses planos.

Esses grupos paramilitares pretendem atacar alvos civis e militares em território venezuelano, a fim de criar caos e desestabilização em uma fórmula de agressão que incluiria o assassinato seletivo de líderes políticos e militares.

Ele também afirmou que o governo colombiano protege os grupos paramilitares que constituem a ponta de lança na agressão contra a Venezuela.

Ele também assegurou que após os eventos violentos relatados na operação de “ajuda humanitária” de 23 de fevereiro, a fronteira com o país vizinho é “absolutamente controlada” no lado venezuelano.

Ressaltou que a FANB tem a capacidade de proteger a fronteira e preservar a paz no território da Venezuela, com o apoio do povo organizado e da Milícia Nacional Bolivariana.

Nessa semana, o representante da Venezuela na ONU, Samuel Moncada, denunciou no Conselho de Segurança, que Washington trabalha para induzir uma “guerra terceirizada de mercenário” através de grupos criminosos armados.

Moncada disse que os porta-vozes da administração Trump manipulam os números de desertores supostamente das Forças Armadas Nacional Bolivariana (FANB) para justificar a criação de um exército chamado “Libertação da Venezuela”. “Os organizadores desse grupo armado criminoso fazem uma exibição pública na mídia colombiana com total impunidade”, disse o diplomata.

Em dezembro do ano passado, o presidente Nicolás Maduro revelou que cerca de 730 mercenários estavam preparando o território de Nueva Granada.

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