Passo a passo de como criar seu comitê popular Lula Livre

existem mais de mil comitês Lula Livre em todo país. Centenas de novos comitês estão sendo reconstruídos. Na cidade do Rio de Janeiro, estamos construindo uma rede de comitês populares que organizam os trabalhadores em cada rua, bairro, condomínio, escola, igreja, local de trabalho, tudo com o objetivo de levarmos para as ruas a campanha pela liberdade do nosso presidente Lula. Abaixo o golpe! Lula Livre Já!

Primeiro passo: Reúna duas ou mais pessoas que estejam convencidas da importância da campanha pela liberdade do Presidente Lula.

Segundo passo: estude que tipo de comitê você fará, se ele vai se organizar por bairro, fábrica, lugar de trabalho, sindicato, favela, ocupação, paróquia ou algum outro.

Terceiro passo: decidido qual será a base de atuação, estude se existem outras organizações políticas [sindicatos, movimentos sociais, partidos de esquerda, associações de moradores entre outros] que apoiam a bandeira Lula Livre e faça o convite para somar força. É sempre importante somar força, mas lembre-se: nunca fique esperando a “boa vontade” dos outros para fazer algo.

Quarto passo: Agora que você sabe com quem fazer e onde fazer, você tem que organizar o comitê e dividir responsabilidades. Em alguns casos, você pode criar tarefas operativas, por exemplo: quem vai administrar a comunicação? Quem vai convocar as reuniões e a pauta? Quem vai cuidar do auxílio jurídico? Quem vai cuidar das finanças do grupo? Existem outras funções, dependendo da realidade de cada lugar, por exemplo a necessidade de uma preocupação com a auto-defesa. Nesse sentido, deve-se mapear a região onde o comitê atuará. Busque identificar quais forças políticas e criminosas estão presentes, como milícias, facções, batalhões da polícia, grupelhos para-militares, neonazistas etc. Tente se precaver das possíveis resistências que poderá enfrentar em qualquer espaço. Tenha contigo sempre o número de um advogado e nunca realize as atividades sozinho. O Partido dos Trabalhadores encabeça uma campanha nacional “Ninguém Solta A Mão de Ninguém”, a qual oferece auxílio jurídico ante perseguições e conflitos. Busque o Comitê Nacional Lula Livre ou entre contato conosco.

Quinto passo: Organizar as reuniões. A reunião devem convocadas com antecedência. O horário e local devem ser combinados anteriormente entre a maioria. Ela teve ter uma pauta com todos os assuntos a serem tratados e no final deve ser feita uma relatoria com o que se encaminhou na reunião. Uma constância periódica entre as reuniões é desejável, podendo ocorrer semana ou mensalmente. Isso vai depender da demanda de cada lugar, mas nunca se deve ficar mais de um mês sem se reunir. É importante também não abusar de recursos tecnológicos para mascarar descompromisso. Quer dizer, grupos de Whatsapp não devem jamais ter poder de deliberação para coisa alguma. Devem, no máximo, servir para facilitar a cobrança da realização de alguma atividade encaminhada nas reuniões.

Sétimo passo: Planejamento do comitê. O comitê deve se organizar buscando metas. As metas devem ser plausíveis e realistas. Não adianta nada querermos abraçar o mundo com as pernas e depois se sentir desestimulado. Identifique as possibilidades reais do comitê e trace uma estimativa do o comitê deverá fazer em um semestre ou bimestre. Por isso, logo no início da vida do comitê, é importante organizar uma reunião somente para planejamento. É o que chamamos de Plano de Ação. Como base, trabalhe para responder as seguintes perguntas: O que fazer? Onde fazer? Como fazer? Quem vai fazer? Com quem fazer? Quando fazer? Também é de máxima importância exigir disciplina e responsabilidade, afinal você está tentando fazer um trabalho sério. Se essas pessoas não quiserem cumprir o que foi proposto, que elas não assumam tais compromissos.

Oitavo passo: Todos devem cumprir suas responsabilidades. Com o Plano de Ação posto em prática, o tempo dirá se ele estava errado ou certo. Esse é o momento em que o comitê deverá fazer um balanço e identificar coletivamente o que se deve ajustar, quais erros devem ser corrigidos e reconhecer as nossas vitórias, por menores que elas sejam. Por isso, sempre é importante organizar uma Reunião para o Balanço de Atividades. Essa reunião de balanço é basicamente para avaliar se as metas foram cumpridas e se atingimos nossos objetivos. Sempre tudo com apreço a verdade dos fatos e sem esconder nada. A partir daí, se estabelecerá novas metas com um novo Plano de Ação.

Nono passo: Criar uma rede de comitês. Um comitê não atua sozinho. É importante que seu comitê tenha contato com outros, criando uma rede de comunicação com outros comitês. Se possível, realizar atividades em conjunto, trocar experiências e informações.

Décimo passo: Ter uma rede de apoio. O comitê de base deve buscar na cidade e no estado organizações, entidades e pessoas que apoiem a causa Lula Livre. Novamente, busque os comitês na sua região para expandir sua rede de apoio ou o comitê nacional Lula Livre.

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