Guerra elétrica na Venezuela é a Operação de Falsa Bandeira.

O governo da Venezuela denuncia ao mundo que o país é vitima de uma Guerra Elétrica promovida pelo governo dos Estados Unidos. Desde quinta-feira [7 de março], às 17h, o país sofreu 4 atentados cyber-eletrônicos e terroristas contra as instalações de energia do país. O objetivo é causar o caos e abalar a moral do povo Venezuelano que resiste contra os assédios do Imperialismo norte-americano.

Porém, mesmo diante dos fatos, provas, contexto histórico, confissões dos próprios governantes dos EUA que foram eles os autores dos atentados, a máquina de propaganda tenta jogar uma cortina de fumaça sobre o que realmente está acontecendo na Venezuela.

Quando alguém afirmar que é “teoria da conspiração” as denúncias de Nicolás Maduro e das autoridades venezuelanas, pode ter a certeza que essa pessoa não passa de uma alienada que não conhece que a história dos Estados Unidos. Fazem décadas, que os EUA utilizam operações de bandeira falsa, conspirações, golpes, terrorismo e todo tipo de guerra clandestina e de manipulação.

Um exemplo desse tipo de guerra é, onde os militares criaram um plano e chamaram de “Operação Northwoods”, eles mantiveram por segredo por décadas, mas o documento foi obtido pelo jornalista James Bamford e publicado em seu livro “Corpo de Mentiras” [em inglês body of secrets]. O autor explica em 1962, o conjunto do Estado Maior das Forças Armadas dos Estados Unidos, planejou e aprovou, o que possa ser o mais corrupto plano criado durante toda história pelo governo dos EUA.

Sobre o pretexto de combater o “Comunismo”, os militares propuseram lançar uma secreta e sangrenta guerra de terrorismo contra seu próprio povo, com o objetivo de enganar a sociedade estadunidense, com o objetivo de garantir o apoio popular necessário para sustentar uma guerra contra Cuba.

Entre as sugestões contidas no plano, estavam falsos sequestros, que envolvia aviões controlados por controle remoto para culpar Cuba, a explosão de um navio norte-americano e uma campanha terrorista na Florida, conduzida por exilados anti-castro.

O fato mais interessante sobre o plano Northwoods é que foi aprovado por cada um dos membros do Estado-Maior, ou seja, pelos oficiais de mais alta patente do país, somente quando atingiram a mesa do Secretario de Defesa, Robert Macnamara, e o Presidente Kennedy que foram planejadas as próximas etapas da operação. A ideia era criar um pretexto para mostrar que havia um ataque de Cuba nos Estados Unidos, e a ideia era ter oficiais da CIA e outras agências secretas, para criar terrorismo nos Estados Unidos.

O documento diz que pessoas levariam tiros nas ruas americanas, bombas explodiriam e novamente, todas as “evidências” seriam usadas para acusar Castro. Northywoods foi uma proposta, para aquilo que se tornaria um alvo da inteligencia, uma operação de bandeira falsa [false flag operation].

Para as Escolas Militares, uma operação de bandeira falsa, há estratégias de múltiplas camadas para derrotar o inimigo. A primeira tática é bem compreendida: violência física entre exércitos opositores. A segunda, muito mais misteriosa, é a guerra psicológica.. Em operações psicológicas o alvo é a mente. Não somente qualquer pessoa, ou infraestrutura, mas as crenças, motivos e ultimamente, comportamentos de sociedades inteiras.

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