Corrupção na Lava-Jato: Dallagnol rouba R$ 2,5 bi do povo para sabotar o Brasil

Na última sexta feira (08/03), a juíza golpista Gabriela Hardt homologou acordo entre Petrobras e Ministério Público Federal que prevê a prevê a criação de uma fundação privada, com capital de 2,5 bilhões de reais recuperados pela operação “lava jato”, a ser administrada pela própria força tarefa da operação, que investirá em supostos projetos de combate à corrupção.

Inicialmente, o valor seria utilizado para o pagamento de multas administrativas contraídas pela Petrobras nos EUA, o que vai contra o entendimento do Supremo Tribunal Federal, já que este vem decidindo que o dinheiro recuperado pela operação “lava jato” deve voltar ao Tesouro Nacional, a ser administrado pela União, e não pela Justiça. No entanto, o acordo prevê que o dinheiro seja depositado numa conta vinculada à 13ª Vara Federal de Curitiba, e que seja administrado pela fundação.

Em uma democracia séria, a situação beiraria o absurdo, uma vez que o dinheiro recuperado pela operação é público. No entanto está sendo utilizado numa fundação privada, e tal privatização sequer está sendo fiscalizada pelo congresso e pelo Tribunal de Contas da União, como é previsto na Constituição.

Com o acordo, a verba passa a ser destinada à criação da fundação, que visa aplicar medidas anticorrupção nos moldes da “lava jato” dando demasiado poder aos procuradores envolvidos na operação, e fomentando o punitivismo, os julgamentos de exceção, e as delações premiadas infundamentadas, sem contar que a força tarefa golpista será gestora de um fundo bilionário.

Ressalta-se ainda que, ao homologar o acordo, a golpista abriu mão de uma das atribuições da 13ª Vara Federal, que seria a designação de 5 fiscais para acompanhar a criação da fundação, passando tal atribuição ao MPF, dando ainda mais poder para o mesmo.

Além disso, o aspecto ainda mais nefasto do acordo é a contrapartida para que o dinheiro retorne ao Brasil, que denuncia claramente o viés imperialista, não só do acordo em si, mas de todo o processo da operação “lava jato” e do golpe: o repasse de patentes e informações comerciais sigilosas da Petrobrás ao governo dos EUA.

Dessa forma, fica claro que toda a operação “lava jato” teve como pano de fundo o entreguismo da Petrobrás aos imperialistas, a fim de permitir que o governo dos EUA interfira diretamente na estatal.

A fundação será capitaneada pelo golpista mor Deltan Dallangnol, cabeça da operação entreguista e servo dos interesses norte-americanos. Isto posto, fica notório que a função da fundação será a de promover a influência estrangeira dentro do país, sucateando as instituições e privatizando as riquezas nacionais com o intuito de gerar lucro para os americanos, cumprindo assim a finalidade do golpe, orquestrado desde o processo contra a Presidenta Dilma.

Com a criação do fundo, fica também evidente a intenção da criação de uma espécie de Estado paralelo, a fim de punir o presidente Lula, por não ter cedido aos interesses imperialistas ao negar a entrega do pré-sal, além de mantê-lo preso para que continue a não exercer sua liderança, o que prejudicaria os planos dos EUA.

Diante de tal situação, o Partido dos Trabalhadores anunciou que irá questionar o acordo, umas fez que foge às atribuições do MPF a decisão sobre destino de verba pública.

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