Pelo fim da Lava-Jato e punição para os traidores da pátria!

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, na tarde da última quarta-feira (13), que crimes comuns que guardam relação com delitos eleitorais, tais como corrupção e lavagem de dinheiro, devem ser julgados pelo Tribunal Eleitoral. Os ministros Marco Aurélio, Celso de Mello, Ricarno Lewandowsi, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes votaram para valer o que está na lei, enquanto os ministros Fachin, Cármen Lúcia, Rosa Weber, Luiz Fux e Barroso votaram contra a Constituição.

Assim, o STF contrariou parcialmente os interesses da Lava-Jato, pois esse último estava sequestrando os crimes eleitoras para fazer fortuna com o mercado de delações e acordos de leniência. O STF também decidiu, através do Ministro Dias Toffoli, abrir inquérito para investigar os ataques ao STF e aos membros da Corte dirigidos por parte de integrantes da Operação Lava-Jato.

Foi barrada a criação da fundação privada que visava o achaque do dinheiro público, em uma soma inacreditável de R$ 2,5 bilhões. As recentes denúncias de compra de delações revelou ao Brasil que esses procuradores e juízes da Lava-Jato usam “o combate à corrupção” para enriquecer. Por exemplo, apenas com palestras, no ano de 2017, Dallagnol chegou a receber um valor de R$ 360 mil a R$ 480 mil por 12 palestras remuneradas.

Nessas denúncias de compra de delações, outro ponto importante é a relação entre as milícias, com a operação que resultou na prisão dos dois assassinos da vereadora e militante Marielle Franco, com as práticas adotadas pelos gangsters lavajateiros. Milicias e Lava-Jato, ambos recorrem à intimidação, ameaça, vazamentos seletivos na imprensa, assassinatos ora de reputação ora de fato, dentro da mesma lógica de disputa de poder.

O representante maior da Lava-Jato, o juizeco de Curitiba, Sergio Moro, está intimamente ligado ao governo miliciano de Jair Bolsonaro, e esse fato desnuda as relações mafiosas dessa operação golpista com a milícia que assaltou o Palácio do Planalto através da fraude eleitoral. O silêncio covarde e conivente com as denúncias da relação entre Bolsonaro e seus filhos com milicianos até agora não foram explicadas pelo “baluarte da moral da nação”, o mafioso ministro Moro.

Ainda em 2014, quando foi iniciada a Lava-Jato, denunciávamos que o combate contra a corrupção era uma falácia para levar ao poder uma máfia poderosa, com apoio do judiciário, mídia e militares. Na época denunciávamos que a Lava-jato estava destruindo a economia fluminense com ataques criminosos contra a Petrobras, a maior empresa do nosso estado, e as empresas da construção civil. Causaram 2,5 milhões de desempregados direta e indiretamente. Até agora, o juiz lavajateiro Witzel, atual governador do RJ, não deu e em vai dar uma resposta para essa massa de desempregados.

Sabotaram a economia nacional para desestabilizar o governo Dilma, porém, naquela época, raríssimas exceções dentro da esquerda condenavam a Lava-Jato, deixando-se levar pelas pressões da “opinião pública”. Figuras como Marcelo Freixo, Luciana Genro, Tarso Genro e outros esquerdistas foram ferrenhos defensores da Lava-Jato.

A Lava-Jato é uma operação desenhada dentro do Departamento de Justiça dos EUA que serviu para desmontar nossa ciência e tecnologia, o programa nuclear brasileiro, a indústria naval, petroquímica, complexo da defesa, construção civil, mercado de carnes, dentre outros, em beneficio dos interesses corporativos e transnacionais dos EUA e União Européia.

Inúmeros são os crimes da Lava-Jato, tais como: o mercado das delações, as intimidações, as práticas de tortura — em especial através do cerceamento da liberdade para garantir delações —, o enriquecimento de escritórios de advogados amigos de procuradores e juízes, o mercado dos acordos de leniência, a violação de centenas de leis nacionais e internacionais, a gestão de recursos públicos através da justiça, além de inúmeros outros crimes. Formou-se assim uma milícia fascista dentro da justiça brasileira que tem como tarefa principal sabotar, impedir o desenvolvimento científico e industrial da pátria e instituir um Estado de permanente controle fascista e policial.

Não esperamos que as instituições do golpe, que no geral concordam com o programa entreguista, lesa-pátria e desnacionalizante da Lava-Jato destrua essa operação fascista. A saída não é institucional, mas sim através da mobilização popular para fechar essa operação criminosa e reverter os danos à nação. O fiasco das mobilizações da direita nesse último sábado (17 de março) pró-lava-jato revelam que a base social deles está secando.

É fundamental que fique claro para o conjunto dos trabalhadores brasileiros a trama montada pela Lava-Jato contra a pátria. É fundamental lutar pela anulação de todas sentenças fraudulentas e criminosas da Lava-jato, independente de quem sejam as vitimas. Libertar todos os presos políticos, em especial o Presidente Lula, cuja inocência já foi provada inúmeras vezes pela sua defesa. O povo brasileiro deve responder a dura penas todos esses juízes, delegados, procuradores e advogados que conspiraram contra o Brasil e cometeram crimes de lesa-pátria sob mando dos EUA. Esses traidores não sairão ilesos da justiça revolucionária quando a nossa hora chegar.

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