Chavismo ocupa as ruas e direita opta pelo terrorismo

No último sábado, 06 de abril, em toda a Venezuela, mais de 5 milhões de venezuelanos marcharam pelas ruas para mostrar seu apoio ao governo democraticamente eleito de Nicolás Maduro e a total recusa de medidas intervencionistas do governo dos EUA. Foram mobilizados pelo chavismo mais de mil pontos de concentração em todo o país.

Em Caracas, a mobilização começou por volta das 9 horas de vários pontos da cidade e depois convergiu para o Palácio Presidencial em Miraflores. Na frente da multidão, o Presidente Maduro realizou um discurso em que anunciou a recente aprovação do “Plano de Pátria 2019-2025” para impulsionar o desenvolvimento econômico da Venezuela. Ele também mencionou novos relatórios revelando a introdução de vírus na estrutura computadorizada de usinas de energia de Guri, principal da nação e que produz 70% da energia. Segundo as autoridades venezuelanas, o ataque partiu de e novas fontes de ataque do Chile e da Colômbia, além dos Estados Unidos.

Destacar a diferença notória que há entre ambas mobilizações não acrescentam nenhum dado novo, pois a força do chavismo é realmente impressionante [apesar do esforço dos meios de comunicação de esconder esse fato].

Percebemos que as forças chavistas possuem revindicações claras, expostas com racionalidade e de maneira organizada. Mesmo sob condições extremas [guerra elétrica, bloquei, sanções, terrorismo entre outros], o povo venezuelano marcha com consciência e coragem, sabendo claramente o que está em jogo.

Por outro lado, se analisarmos a mobilizações da oposição de direita, encontramos muito revanchismo, irracionalidade e histeria. Mesmo com todo apoio dos escritórios da CIA, propaganda positiva na imprensa dentro e fora do país, recursos de empresários e de governos estrangeiros etc. A capacidade de mobilização da direita está cada vez menor. Não conseguiram dividir as Forças Armadas e continuam com a mesma base social.

Isso se deve não só aos inúmeros erros cometidos pela oposição, mas especialmente porque a oposição venezuelana abandonou completamente a luta democrática. Eles optaram por entrar na clandestinidade, conspirar e apelar para o terrorismo. A direita assumiu o apagão elétrico como estratégia da oposição para chegar ao poder. Defendem abertamente o bloqueio, as sanções ilegais dos EUA e vão além, chegam ao cúmulo de pedir uma intervenção estrangeira no seu país. Qualquer pessoa com o mínimo de nacionalismo fica espantada com o nível de loucura de chamarem a guerra ao seu próprio país.

Como aqui no Brasil, os Estados Unidos estão adotando a tática de escolher os piores representantes políticos e setores da sociedade mais delinquentes para assumir o poder. Isso porque o objetivo é destruir os Estados nacionais na América Latina.

Felizmente, as Forças Armadas, as forças de segurança e os chavistas mobilizados conseguiram neutralizar todas as tentativas de atentados terroristas planejados pela direita entre sexta e sábado.

É bom ter claro, que a direita venezuelana não atua com cabeça própria. Ela segue diretamente as ordens de comando de Washington. Por isso, a direita golpista na Venezuela continua escalando a violência.

O discurso da direita venezuelana começou a mudar. Hoje, eles constroem a narrativa onde dizem que Guaido é líder militar e que vai organizar um exército de libertação para atacar a Venezuela [usando o território colombiano para a agressão]. Já fazem alguns meses que os russos denunciaram que os EUA estavam armando um exército mercenário para assassinar chavistas e o Presidente Maduro.

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