APÓS TRÊS MESES DERROTADO, GUAIDÓ MORTO É MAIS ÚTIL PARA OS EUA

Desconhecido dentro da Venezuela, Guaidó, um ex-deputado de um pequeno estado na Venezuela é a principal cara do imperialismo na tentativa de destruir o país. Há três meses, supostamente como “presidente” da Venezuela, seu governo só existe nos discursos da Casa Branca e na mídia pró-imperialista.

“Vamos bem”, “quando cessar a usurpação”, “a luz volta quando a usurpação cessa”, “todas as opções estão na mesa”, “quando a luz se apaga, vai para a rua e saqueie”, “simulação da ‘Operação Liberdade “,” solicitar intervenção estrangeira” e muitas outras frases simbólicas são ditas desde Whasington e repedidas em Caracas por esse fantoche da CIA.

No entanto, a frustração está começando a aparecer no imaginário anti-chavista à luz dos acontecimentos e após 100 dias de Guaidó. Até hoje, o ex-deputado Juan Guaidó está sem “governo de transição”, sem efetivar nenhum exercício elementar de poder e sem quebrar a moral das Forças Armadas. Pelo contrário, ele foi banido de exercer cargos públicos por 15 anos e sua imunidade parlamentar foi revogada pela Assembléia Nacional Constituinte, órgão plenipotenciário do país, a pedido do Supremo Tribunal de Justiça.

Sua prisão é certa, visto que este está envolvido em inúmeros crimes dentro e fora da Venezuela. Diferente do Brasil, todos os tramites e ritos legais, como colheta de provas e movimentos jurídicos estão sendo seguidos para se fazer justiça na Venezuela. Por isso, o cão Guaidog ainda não foi preso.

Não bastando ser um fantoche dos Estados Unidos, Guaidó ainda está sendo processado por corrupção. Esse indivíduo tem se apropriado de recursos da república bloqueados ilegalmente no exterior com auxilio de seus aliados.

Apesar de imaginário, o governo virtual de Guaidog é altamente prejudicial ao povo da Venezuela. Atropelando a Constituição, ele aprovou um “Estatuto de Transição” que viola a constituição. São inúmeras as ilegalidades e crimes cometidos por esse cidadão.

Para complicar ainda mais o cenário da direita venezuelana, a divisão dos esquemas de política externa dos EUA em várias frentes simultâneas também é perceptível. No contexto, a Europa cria um desvio para contornar as sanções contra o Irã. A cúpula com a Coréia do Norte fracassa miseravelmente e Washington lida com esse resultado. As políticas protecionistas dos EUA aumentaram as tensões com a China e a gigante asiática acelerou seu reposicionamento após a saída dos Estados Unidos do Tratado Transpacífico. A Casa Branca não acredita que sua incursão na Síria foi “bem-sucedida” e que sua retirada é “digna”.

Ao mesmo tempo, análises de várias direções sugerem que as possibilidades de uma guerra aberta contra a Venezuela são cada vez maiores. O fator Guaidó estando cada vez mais enfraquecido. Apenas sua morte teria agora alguma utilidade para o imperialismo e para a causa do golpe, utilizando de pretexto para a guerra contra o país caribenho. O próprio Guaidog sabe do risco que está correndo e já ameaça sua própria vida para garantir benefícios políticos: “Se algo acontecer comigo, a reação internacional seria imensa”, disse a cadela dos EUA. Não podemos descartar que a CIA e seus aliados europeus utilizem essa carta, visto que assassinatos políticos [mesmo de aliados] é uma rotina na estratégia criminosa do imperialismo.

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