As novas sanções do imperialismo contra o povo latino-americano da Venezuela em 2019

Após a reeleição do presidente Nicolás Maduro em 2018, o governo dos Estados Unidos da América do Norte vem sufocando a economia venezuelana no exterior, saqueando contas de empresas estatais e de funcionários do alto escalão do governo venezuelano. Essas sanções fazem com que o governo tenha dificuldades em obter alimentos e medicamentos básicos para a população. Junto a isso, existe uma guerra econômica interna, onde os grandes empresários sabotam os centros de distribuição como mercados e o pequeno comércio, gerando inflação induzida  com o objetivo de inflamar a população contra o governo.

O governo Bolivariano consegue contornar a situação com a distribuição das bolsas alimentícias gratuitas (CLAP) e com a solidariedade dos países aliados como a China e  Rússia, que só esse ano já enviaram mais de dois aviões com alimentos e medicações para a população venezuelano. Há também, um forte investimento por parte do governo no setor produtivo para alcançar maior independência econômica. Reunimos abaixo, algumas das sanções impostas à Venezuela apenas em 2019, segundo informações do governo venezuelano.

Em janeiro de 2019, o governo Trump aprova novas “sanções” contra a Petróleos de Venezuela S.A. (PDVSA) que inclui o congelamento de 7.000 milhões de dólares em ativos da subsidiária da PDVSA Citgo, além de uma perda estimada de 11.000 milhões de dólares de suas exportações durante os próximos anos.

Também o Banco da Inglaterra anunciou o confisco ilegal de 1,359 milhão de dólares em ouro da Venezuela, depositados na referida instituição bancária.

Durante o mês de abril de 2019, o Departamento do Tesouro bloqueou as operações do Banco Central da Venezuela (BCV), especificamente suas contas em dólar no exterior e o desenvolvimento da instituição do sistema financeiro internacional, a fim de evitar que, através do canal BCV, os recursos sejam destinados à compra de medicamentos e alimentos necessários à proteção social da população.

Contudo, o governo Maduro e o povo venezuelano seguem resistindo para derrotar o golpe imperialista e conquistar a independência, soberania e integração dos povos da América Latina sonhada pelo libertador Simon Bolívar e trazida de volta à pauta do dia pelos governos populares que surgiram nas últimas duas décadas.

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