No México é revelada tentativa de golpe contra Presidente López Obrador

Uma investigação iniciada pelo governo mexicano indica que a direita lançou uma estratégia para tentar dar um “golpe parlamentar” no México, contra o governo López Obrador, conhecido como AMLO.

No México iniciou-se uma operação similar já ocorrida em outros países na América Latina no último período. Campanhas de desinformação nas redes sociais, protestos artificiais convocados organizações financiadas pelos Estados Unidos e notícias falsas, grandes meios de Comunicação alinhados contra o governo, obstrução no Congresso, operações judiciais seletivas e entre outras, fazem parte da receita para desestabilizar e derrubar governos como aconteceu em Honduras, Argentina, Brasil, Equador, Peru, Paraguai, Venezuela, entre outros países, e que agora é observado no México.

No início do seu governo, López Obrador iniciou o processo de desmilitarização do México, criando a Guarda Nacional sob administração civil. Os policiais [sob orientação das Forças Armadas que controlam a cúpula da polícia mexicana] lançaram um movimento golpista e violento, muito similar aos primórdios do golpe de Estado ocorrido em 2010 no equador, onde policiais “grevistas” sequestraram e tentaram assassinar o Presidente Rafael Correa.

Tem ocorrido em todo país atentados contra a população civil: tiroteios, incêndios, assassinatos seletivos, sequestros, etc… posteriormente os policiais golpistas aparecem na grande mídia opositora para culpar o governo pelo aumento da violência.

O governo progressista de López Obrador, que venceu as eleições presidenciais em 2 de julho de 2018, vem aplicando uma série de políticas publicas e esforços para melhorar a situação social, econômica e política da nação latina. Com uma brutal desigualdade social, no país 1% das famílias detêm um terço da riqueza nacional, tendo uma população de 54 milhões de pessoas na pobreza e sendo um dos 25 países mais desiguais do planeta.

Na política externa, México deixou de ser linha auxiliar dos Estados Unidos e tem seguido uma política em defesa do direito internacional e da autodeterminação dos povos, o presidente mexicano apoiou várias vezes Venezuela, Nicarágua, Cuba e Bolívia e também criticou as hostilidades dos EUA em diferentes ocasiões, para contra os países da América Latina. O governo Mexicano se retirou do Grupo de Lima.

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