Moro afronta inteligência do povo criando história de “Hackers” bolsonaristas

Não é preciso esforço mental para entender o grotesco roteiro montado por Moro e a Lava-Jato, afim de evitar que os seus processos ilegais sejam anulados (em especial evitar a liberdade do Presidente Lula). Uma história digna de roteiristas da Rede Globo, cheia de erros e lacuna.

Com mais essa farsa, Moro tenta pôr em questão, o método e a fonte, apresentado pelo The Intercept em detrimento ao conteúdo que expressa o conluio mafioso da Lava-Jato [que busca ocultar] e justificar o aprofundamento da Ditadura. No final, tudo vai acabar como começou: uma suposta “rede conspiratória” entre Rússia e o PT.

As narrativas ordinárias são uma praxe da Lava-Jato. Todas elas sequem um determinado padrão, que instrumentaliza a histeria na grande imprensa, espetacularização midiática nas operações da Polícia Federal, delações premiadas forjadas, falta de provas, chantagens, ameaças, condução coercitiva, prisão preventiva prolongada, narrativas contraditórias e entre outros métodos mafiosos para criar um cenário falseado da realidade e manipular a opinião pública a favor dos crimes da lava jato.

Podemos constatar na Operação Spoofing (que prendeu os supostos “hackers” do Moro) o mesmo modus operandi de outros embustes da Lava-Jato, tais como: no processo do Sítio de Atibaia, do Triplex, o caso dos caças gripen, a operação radioatividade, a operação cadeia Velha e outras pirotecnias…

Desde o início da divulgação dos documentos do The Intercept, presenciamos uma história irracional. Iniciou-se com a contrainformação do “pavão misterioso”, que envolviam os ‘hackers russos’ e a KGB, com pagamento em criptomoeda, e compra do mandato do deputado Jean Willys até a falcatrua alcançar os laranjas de Araraquara (uma cidadezinha no interior de São Paulo).

A mídia empresarial apresenta o caso dos “hackers” como estivéssemos vivendo em um estado democrático. Quanto os golpistas de 2016 (mídia, judiciário, Exercito etc) impuserem a falsa narrativa dos “hackers”, mais eles vão cometer ilegalidades (com exemplo a portaria 666 e outra ações). O conteúdo das conversas divulgadas pelo The Intercept revelam que Moro, Dallagnol, Barroso, Fux e todos os golpistas são criminosos.

Por tal razão, qualquer análise sobre o caso deve levar em consideração o principal fato: todas as operações e ações desse governo golpista são ilegais, pois essa Ditadura é fruto do golpe que derrubou o governo Dilma em 2016 e da prisão política do Presidente Lula. Portanto, podemos resumir que a narrativa criada pela Ditadura tratasse de uma história onde “hackers” estão cometendo ilegalidades contra um governo que aplica o Estado de exceção.

Outro ponto relevante para contradizer essa versão da Lava-Jato é diferenciar o que é crime cibernético e hackers. No mundo todo, para uma pessoa tornasse hacker, ela necessita de investimento em longo prazo, formação cientifica e estar inserida em uma cultura de inteligência cibernética. Hackers se destinam a invadir estruturas financeiras e de transações econômicas. O que salta os olhos, é que os “hackers” do Moro são os únicos que roubam informações secundárias sem obter vantagens. Por que não expor informações sobre a movimentação financeira dos militares e das milicias? o tráfico de cocaína envolvendo o GSI de Heleno ? ou as transações financeiras entre as empresas e os juízes e promotores da lava jato para prender Lula? São claramente informações direcionadas e controladas para obter determinados objetivos políticos.

A Lava-Jato fez surgir da noite para o dia no Brasil, num país subdesenvolvido, que tem uma cobertura de fibraótica que atende apenas 58% dos municípios, onde a população não tem acesso à internet ou tem acesso a uma conexão de internet precária, com ausência de cultura cibernética, como será capaz de existir uma rede complexa de hackers que monitoravam mais de mil agentes de Estado. Claramente a Lava-Jato apostou no desconhecimento dos brasileiros sobre o tema. O que existe no Brasil são crimes cibernéticos comuns e golpistas de internet.

Os estelionatários de internet que existem no Brasil casam com o perfil dos laranjas presos pela P.F na semana passada. A narrativa inventada dos falsos “hackes” criada pelos golpistas é uma pratica corriqueira da polícia para recrutar x9 e caguetas. Criminosos foram pegos de forma aleatória e para aliviarem suas penas resolveram fazer a delação premiada.

O mais grotesco da história de Sergio Moro é que o perfil dos presos contradiz o que eles são acusados de ser. Um DJ, uma manicure e um motorista que nas horas vagas eram os grampeadores da República e faziam tudo isso sem ganhar dinheiro… Talvez uma das piores coisas que existem no mundo é um mentiroso que não sabe mentir, e esse é o caso do Moro. Enquanto paralelamente destroem o Brasil, ofende gratuitamente o povo, o nordeste, a imprensa e insultam a memória dos perseguidos e assassinados pela ditadura militar etc, Moro tenta se passar como o pilar moral da nação..

O fato escatológico da Operação da PF é que as pessoas presas faziam campanha para Bolsonaro. Segundo a PF, esses mesmos bolsonaristas conspiraram com pessoas de esquerda para derrubar o Bolsonaro e Moro. Os bolsonaristas são conhecidos pela falta de incapacidade de dialogar com diferentes, falta de discernimento e raciocínio lógico, mas nesse caso a PF quer convencer o oposto.

A própria construção da narrativa nos leva a constatar que membros da Lava-Jato, que conheciam os estelionatários cibernéticos (se esse crime realmente existiu), recrutaram os bolsonaristas para a tarefa de serem laranja e salvarem o governo Bolsonaro.

Com isso, a Lava-Jato pretendia criar um paralelismo entre o The Internecpt e Brasília no controle da narrativa. Além disso, esse acordo serve para desencorajar as futuras divulgações de documentos. Serve também para criminalizar grupos de esquerda, já que não podem atingir o Gleen diretamente, tentam dessa forma criar uma associação entre os petistas e os supostos hackers do Moro.

Quando a CIA contrata a escória da humanidade para suas tarefas nefastas, no caso de Moro conspirar para derrubar o governo e destruir do Brasil, a própria CIA estabelece instrumentos para monitorar e espionar seus capachos. A funcionalidade desse método é garantir o controle sobre seus títeres e da situação política, afim de resguardar os interesses econômicos do imperialismo.

Não é de hoje que os patrões do Moro, CIA, divulgam documentos para derrubar seus funcionários já inúteis para estratégia norte-americana: Cha do Irã, Saddan, Noriega no Panamá e outros ditadores levados ao poder pela própria CIA, foram derrubados e mortos. Ou seja, ser a escória entreguista e pró-norte-americana, não garante resguardo.

Os militares, Lava-Jato e os golpistas exercem funções limitadas na estratégia geopolítica dos EUA para destruir o Brasil. Seja aqui ou em qualquer outro lugar do mundo, quando os golpista geram crises, os EUA acionam seus instrumentos, e o vazamento de documentos é um desses instrumentos. Ter isto em mente é fundamental para saber quais são as origens dos documentos divulgados pelo The Intercept e prever os próximos passos dos EUA no Brasil.

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