Brasil é o país que mais contribui para queda econômica na América Latina

Dados divulgados pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) sinalizam a redução drástica da previsão de crescimento para a América Latina em 2019, onde o Brasil seria “a maior vítima”.

A economia da região crescerá 0,6%, frente aos 1,4% projetados até o momento e o Brasil é o maior “impulsionador” do retrocesso econômico dessa revisão, anunciou o Fundo Monetário na terça-feira, dia 23.

Com mais de um semestre de governo de destruição nacional de Bolsonaro, a economia nacional continua derretendo sem previsão de melhora. As medidas neoliberais, tais como: a reforma previdência, nova-reforma trabalhista, reforma tributária, a privatizações etc vão aprofundar as desigualdades sociais, desemprego e a crise econômica. Hoje a taxa de desemprego, medida pela PNAD do IBGE, responde por 12,3% da Força de Trabalho.

Uma redução que o próprio Fundo descreve como “considerável” e que não ajudará a alcançar outros objetivos, como a redução da pobreza ou a informalidade, ambos intimamente dependentes de uma evolução positiva da economia.

Em nível global, o FMI reduziu a taxa de crescimento da economia mundial em 2019, para 3,3%, representando uma desaceleração geral para 70%.

O FMI apontou as tensões entre os EUA e a China, e a situação econômica da Argentina, Brasil e da Turquia, como alguns dos fatores que afetarão a economia mundial neste ano.

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