Governo brasileiro participa de atentado terrorista na Venezuela

O ministro venezuelano da Comunicação e Informação, Jorge Rodríguez, informou que um grupo indígena armado, liderado por um desertor militar venezuelano, atacou as instalações do Batalhão de Infantaria, localizado no estado de Bolívar, na madrugada de domingo, dia 22 de dezembro.

Com o ataque terrorista, um militar venezuelano foi assassinado. Os agressores sequestraram o comandante do Batalhão, além de roubar 112 rifles e munições AK103.

Enquanto os agressores que tentavam escapar por uma estrada em direção às fronteiras do Brasil, onde receberiam refugio do governo do miliciano, encontraram militares das Forças Armadas Nacionais Bolivarianas (FANB), onde foram gerados fortes confrontos.

As forças venezuelanas foram capazes de recuperar 82 fuzis Ak103, 60 granadas e seis caixas de munição, além de prender grande parte dos terroristas. As tropas do governo ainda estão em operação para recuperar o restante das armas e deter os outros membros da quadrilha.

O Comandante das Forças Armadas da Venezuela, o general Padrino López, informou que os detidos estão fornecendo informações para buscar o resto dos terroristas.

No inicio de dezembro, o governo da Venezuela desarticulou uma série de atentados terroristas planejados para ocorrerem no último dia 15. Os atentados são parte do plano de golpe de Estado. Com um plano similar ao ocorrido na Bolívia, os golpistas planejavam assaltar quarteis, roubar armamentos para posteriormente simular amotinamentos policiais e militares.

O governo da Venezuela denunciou o envolvimento do governo Brasileiro nesse atentado terrorista.

Em fevereiro, o governo golpista do Brasil reconheceu o autoproclamado Juan Guaidó como presidente. Desde então, os militares brasileiros estão envolvidos em uma série de agressões conta a Venezuela: participação na tentativa de invasão no dia 23 de fevereiro de 2019, ameaças sucessivas de guerra, apoio à terroristas, sanções econômicas ilegais, aprovação do TIAR, criação do Grupo de Lima e entre outros crimes.

Covardes e incapazes de entrar em uma guerra direita contra a Venezuela, os militares brasileiros tentam desestabilizar a Venezuela promovendo atentados terroristas e financiando traficantes e milicianos. Usaram essa mesma tática quando participaram do golpe de Estado na Bolívia. Na ocasião, o governo do Brasil se reuniu com golpistas bolivianos, financiou milicias e igrejas evangélicas para derrubar o governo.

Servindo aos interesses imperialistas do governo dos EUA, os militares pretendem derrubar o governo da Venezuela para terem via livre no tráfico internacional de drogas. A localização no Caribe torna o país logisticamente importante para esse tipo de tráfico. Além disso, o gigantesco arsenal militar da Venezuela ajudaria a consolidar o poder das milicias e narcotraficantes liderados pelo o governo brasileiro.

Esse governo golpista do Brasil não tem legitimidade com o povo brasileiro. Ele é fruto de uma eleição fraudada, que afastou a presidente Dilma com um golpe e prendeu Lula, o principal candidato em 2018, com um processo mentiroso, sem prova e sem crime.

Um conflito no país vizinho resultaria em uma situação caótica para o Brasil, que já enfrenta uma dura crise econômica e social.

Um comentário

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s