No Brasil não temos um Exército e sim uma milícia

Em recente documento do Ministério da Defesa (Plano de Contingência), sob comando do general Azevedo e Silva (ex-assessor do presidente do STF Dias Toffoli), intitulado “Cenários de Defesa 2040”, o Alto Comando aponta a França como principal inimiga do Brasil.

A embaixada da França no Brasil ridicularizou o relatório chamando de “imaginação sem limites” dos generais de Brasília.

Com o golpe de 2016, comandado pelos militares, a França liderou a compra de empresas brasileiras. Apenas no ano de 2016, foram realizadas um total de 597 operações de fusão e aquisição de empresas. Segundo o valor econômico, 15 das 200 maiores empresas no Brasil são francesas.

A operação de sabotagem econômica da Departamento de Estado dos Estados Unidos, através da lava-Jato, e o golpe dos militares de 2016 beneficiaram a economia francesa. Os militares criam uma narrativa para falsear nacionalismo, quando na verdade eles são entreguistas.

Não foi a policia da França que comandou o golpe de Estado para roubar nossa propriedade. Não foi a França que fez uma operação militar, direcionada contra nossas empresas e o nosso complexo industrial militar, que supostamente é obrigação dos militares defenderem. Todos esses ataques vieram dos Estados Unidos. Foi o Gabinete de Segurança Institucional, comandado pelos general Heleno, que entregou a Embraer para a Boeing.

Os militares brasileiros são uma farsa, porque nunca travaram uma guerra de verdade (Com muitas ressalvas a participação dos Pracinhas na Segunda Guerra, mas que foram perseguidos e abandonados pelos golpistas de 1964). Nossas Forças Armadas gostam da imagem dos militares, mais não são militares. Não possuem espirito de guerra, são ignorantes e não enxergam os EUA como inimigo. Por isso, os militares são todos traidores.

Como um militar dentro do avião da inteligencia trafica 39 kg e o chefe da inteligência, general Heleno, não vê? O GSI se eximiu da responsabilidade, mas é curioso que eles não aplicam o mesmo critério de dúvida quando atiram contra o povo das favelas.

A ameaça não é a França, mas os Estados Unidos, e os militares trabalharam para eles. Dizer que a França vai invadir militarmente o Brasil é uma coisa absurda. Já fizeram isso com a ajuda dos nossos militares, quando a petroleira francesa Total comprou reservas do Pré-Sal.

Os militares justificam o documento através da “autonomia acadêmica”, mas eles comandam o governo que censura de livros, persegue professores, que seu DNA está ligado à 21 anos de repressão cultural e militar. De fato, os generais brasileiros impõem discussões esquizofrênicas e cínicas.

Também dizem que o documento seve para dimensionamos a compra em cima de ameaças. Quando na verdade, o governo está comprando sucata dos EUA nesse exato momento.

Quem é nosso inimigo? Qual foi o país que interferiu na nossa soberania e na estrutura de segurança? Só os EUA fizeram isso. Ninguém tem nos atacado mais quanto os EUA. Será que os militares tem um plano de contingência contra os EUA? Obvio que não. Isso porque os militares brasileiros são sócios dos Estados Unidos no tráfico internacional de drogas.

O Exército seque uma doutrina militar esquizofrenia. Baseada na doutrina do Conselho Nacional Norte-Americano, que determina que nos países da América Latina, o verdadeiro inimigo é o inimigo interno. Ou seja, o alvo dos norte-americanos são os governos nacionalistas e nacional desenvolvimentistas. O Brasil não tem um exército de verdade. Temos uma tropa de ocupação colonial, que reprime e conspira contra seu próprio povo.

Contra esse verdadeiro inimigo, os EUA, os militares não querem e não podem lutar por diferentes razões. Em primeiro lugar, porque são covardes, não possuem moral de combate e espírito de guerra. Um exército que se dedicou historicamente a torturar cidadãos, matar favelados e traficar cocaína não possui moral. Em segundo lugar, porque a Alta Cúpula está dominada pela maçonaria, que jura lealdade absoluta à maçonaria internacional. Por essa razão, uma verdadeira República não pode permitir a presença de maçons no Exército, porque isso representa uma dupla lealdade. Sabendo que a lealdade a maçonaria é maior que a lealdade à pátria.

As verdadeiras discussões não são o que o ministro golpista fala ou deixa de falar. Todos os membros desse governo, STF, Exército e Parlamento são golpistas, logo não tem legitimidade e autoridade. As verdadeiras discussões é como fazemos para nos livrarmos desse Exército? Como vamos expulsar os norte-americanos daqui?

O Brasil já está em guerra contra os EUA. Precisamos terminar com a farsa que esconde a ditadura e a destruição da nossa soberania. Enquanto não fazermos as verdadeiras discussões, não teremos pátria.

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