Ditadura militar do Brasil está envolvida na invasão fracassada à Venezuela

As investigações, conduzidas pelas autoridades venezuelanas, acerca da tentativa de invasão do dia 03 de maio relacionam a Ditadura Militar do Brasil.

Lembrando que, no dia 03 de maio, foi lançada uma ação terrorista denominada “Operação Gedeón”. Mercenários, traidores das Forças Armadas e narcotraficantes tentaram assassinar o Presidente democraticamente eleito Nicolás Maduro, segundo confissões dos próprios terroristas detidos.

A imprensa norte-americana, tal como o jornal The Wall Street Journal e o The Miame Herald (que estão longe de ser meios de comunicação “chavistas”), noticiou que o contrato assinado entre membros da oposição venezuelana e a empresa mercenária Silvercorp, coloca o Departamento de Estado, o governo Trump e o autodeclarado Guaidó no centro logístico e operacional da ação. O governo venezuelano apresentou diante do tribunal internacional provas que colaboram com essa questão.

A imprensa norte-americana também denunciou que opositores venezuelanos estão sendo demandados pela justiça do estado da Florida por não terem pago U$ 1,5 milhões para a empresa mercenária. O contrato é regido pelas leis desse estado estadunidense.

O contrato evidencia a participação do governo de Iván Duque, como também as alianças com o narcotráfico para prover apoio logísticos para mercenários organizados pela empresa Silvercorp no território colombiano.

Outro elemento descrito nas cláusulas do contrato firmado entre Guaidó e Silvercorp destaca o papel que jogaria a Ditadura militar do Brasil, uma vez que se executasse o golpe contra o presidente Nicolás Maduro.

No contrato, os militares brasileiros dariam acesso irrestrito ao território nacional para os mercenários. A Silvercorp poderia invadir o espaço aéreo, terrestre e marítimo do Brasil sem autorização do Estado brasileiro. Além disso, podia “neutralizar”, inclusive com meios letais, qualquer força civil ou policial que colocasse em “risco” à operação.

No dia 28 de abril de 2020, na véspera da tentativa de invasão, a Ditadura militar do Brasil anunciou a expulsão dos diplomatas venezuelanos no Brasil, ação que foi anulada pelo Supremo Tribunal Federal.

Outro movimento que evidencia o envolvimento da Ditadura com a invasão fracassada é que, no dia 03 de março, o miliciano que ocupa ilegitimamente a cadeira presidencial após a fraude eleitoral de 2018, se reuniu com Trump no seu resort em Miami. Uma semana antes, Trump se reuniu com o presidente colombiano Iván Duque, onde o ponto de pauta único era a organização da invasão mercenária.

A relação entre a Ditadura militar e a empresa mercenária Silvercop pode ser mais antiga. Segundo reportagem do site Brasil Wire, a empresa esteve no Brasil na véspera do primeiro e segundo turno das eleições fraudadas de 2018.

Não é a primeira vez que a Ditadura brasileira dá abrigo à terroristas. Em dezembro do ano passado, o Itamaraty aceitou a entrada de cinco militares desertores que atacaram o Batalhão de Infantaria de Selva Mariano Montilla, no sul da Venezuela.

Nem mesmo durante a pandemia, que já infectou 330 mil pessoas e levou a morte de 23 mil pessoas no Brasil, a Ditadura Militar deixa de promover seus ataques contra os povos da Venezuela e Brasil. A ação criminosa e irresponsável dos gangsteres do Palácio do Planalto é um risco não só para o povo brasileiro como para todos os povos da região. É preciso derrubar a Ditadura Militar e criar um governo, encabeçado pelo PT, para defender a vida e deter a sanha guerrerista dos militares.

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