POR UM LEVANTE PRETO E PETISTA

Pretos e pardos representam 54% da população nacional (IBGE).

 O Rio de Janeiro é a segunda cidade com maior quantidade de pessoas que se declaram negras e pardas no Brasil. São 3 milhões ao todo.Se forem considerados somente os negros, o Rio fica em terceiro, com 724 mil. A capital baiana vem em primeiro lugar, com 743,7 mil pessoas, e São Paulo em terceiro, com 736 mil.

Além disto, o Rio de Janeiro possui, segundo os dados oficiais,1.393.314 pessoas morando em 763 favelas.

Os negros do Partido dos Trabalhadores viram nosso Partido apoiar racistas como Sérgio Cabral e Eduardo Paes, que criaram as Upps, defenderam “higienização” das mulheres negras, desocupação das favelas e remoção.

O genocídio da população negra está registrado em números: dos 885 mortos em ações policiais, 711 eram negros ou pardos, segundo o Instituto de Segurança Pública.

O combate a esse genocídio, como ao desemprego, ao descaso com as políticas públicas de saúde – que geram um espantoso de mortes por coronavírus, as quais que atingem  mais  ainda a população negra – torna-se prioridade imperiosa para o Partido

O PT vem perdendo votos  e vereadores nas cidades do Estado ao mesmo ritmo em que se afasta das criações de núcleos, um afastamento das bases que se observa também no movimento sindical.

Desde o primeiro momento, nós, defensores da candidatura própria à Prefeitura no Rio de Janeiro, alertamos insistentemente e mostramos a importância  da reconstrução, nas ruas e no movimento social, de um  PT vivo e democrático.

Por  tudo isto, no campo eleitoral, neste momento, estamos com Lula, seguros de que a melhor resposta política é a candidatura negra de Benedita da Silva, que representa todas a demandas de nossa militância combativa.

Indicamos o nome de Benedita por ser quem mais se capacita para alcançar aqueles amplos setores que devem prioritariamente ser atingidos pela política petista. Benedita é ex-empregada doméstica, ex-vereadora, ex-ministra de Lula, ex-governadora e atual deputada federal.

A companheira Bené vem sendo uma voz de combate aos milicianos da  família Bolsonaro, e vem trabalhando pela população fluminense no combate ao ajuste fiscal.

Vale lembrar que surge das bases do Partido dos Trabalhadores, desde o último aniversario do Partido, para dialogar com partes essenciais e já esquecidas pela cidade, como Bangu, Campo Grande, Vila Kennedy, Jardim América, Brás de Pina, entre outras

O Partido dos Trabalhadores, como maior partido da esquerda brasileira, tem a responsabilidade política de aglutinar e ser a voz de combate ao racismo, à perseguição política e ao bolsonarismo no nosso Estado, cuja população, ademais do genocídio, ainda chora a morte da vereadora negra Marielle Franco e de tantos inocentes nas favelas e bairros populares.

Não pode, portanto, haver melhor resposta política que uma candidatura negra, militante, que represente todas as demandas da nossa militância, numa combativa volta para as ruas, para o combate às hordas mais atrasadas que se escudam sob a figura mundialmente repudiada de Jair Bolsonaro.

ASSINAM:
André Costantine – Favela Não se Cala
Irineia – Militante da 12ª DZ
Marcelo Dias – Direção Nacional do MNU e Ex-Deputado Estadual pelo PT/RJ
Edson Santos – Ex-Ministro Chefe de Igualdade Racial do Governo Lula
Bruno Lumumba – Editor do Jornal VO
Dema – Secretário de Organização do Diretório Municipal do PT/Rio de Janeiro
Carlos Santana – Ex-Deputado Federal pelo PT/RJ
Jacaré – Militante da 5ª DZ do PT/Rio
Núcleo Ninguém Fica Para Trás – Núcleo do PT/Rio
Núcleo Dona Chica – Nucleo do PT/Rio


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