Hezbollah denuncia o terrorismo israelense

O partido político e militar Hezbollah vem sendo atacado sucessivamente pelo estado terrorista de Israel. Irã e Hezbollah são dois dos maiores responsáveis pela luta contra o terrorismo no Oriente Médio e, principalmente, pela vitória de Bashar al-Assad e do povo sírio contra o terrorismo travestido de “luta por democracia” e patrocinado pelo Ocidente.

Desde o ataque por drones israelenses às posições do Hezbollah na Síria e o envio de tropas para a fronteira norte do país entre Agosto e Setembro de de 2019, a situação do conflito em território sírio vem galgando e tomando contornos terríveis.

Os atos terroristas mais recentes de Israel aconteceram no último dia 6, quando o país bombardeou e assassinou 12 pessoas no leste da Síria. Essas pessoas, segunda a mídia oficial israelense, foram classificadas como “combatentes pró Irã”. Já o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em conjunto com a ação criminosa de seus soldados, pediu no dia 7 de Junho que se apliquem “sanções devastadoras” sobre o Irã.

Após o ataque covarde e terrorista do EUA que levou a morte do general e comandante da Guarda Revolucionária do Irã, Qasem Soleimani, e do vice-líder das Forças de Mobilização Popular do Iraque, Abu Mahdi al-Muhandis, o aiatolá Ali Khamenei (líder do Irã) e Hassan Nasrallah (secretário-geral do Hezbollah) prometeram expulsar do Oriente Médio todas as forças estadunidenses e vingar a morte de seus heróis de guerra. Cumprindo a função de títere dos EUA na região e se aproveitando do fato da atenção da mídia mundial estar voltada para a pandemia do COVID-19, Israel têm intensificado a frequência de bombardeios sobre as posições do Hezbollah e do Irã dentro da Síria, violando constantemente tanto o espaço aéreo sírio quanto o libanês e matando indiscriminadamente civis. A lógica de Israel e Estados Unidos é uma lógica neocolonial, de rapinar e destruir a região, vide o genocídio do povo palestino perpetrado pelos sionistas ao longo de décadas.

Apesar dos ataques covardes israelenses contra as forças que lutam contra o terrorismo serem tratados como uma “grande vitória” pelos sionistas, essa estratégia indica o desespero pelo sucesso do Irã e do Hezbollah dentro da Síria. Além disso, Israel indica que deseja a qualquer custo intervir militarmente na soberania da Síria.

Após 20 anos da expulsão das tropas israelenses do Líbano, o método terrorista e neocolonial do país-títere continua em voga. Escalando a tensão ao máximo, Israel provoca uma nova guerra e faz sangrar o povo sírio, libanês, iraniano e palestino. Assim como há 20 anos, Hezbollah está preparado não só para uma vitória pontual, mas para a destruição definitiva do terrorismo colonial israelense.

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