#FirmeNaLuta: Edson Santos para vereador do Rio

Porque o jornal Voz Operária apoia a Pré-candidatura à Vereador de Edson Santos?

Prezados leitores e militantes que constroem o jornal Voz Operária, o Editorial desse órgão de imprensa popular e investigativa envia essa nota política para iniciar o debate programático em torno das eleições e orientar que apoiem a pré-candidatura do Ex-ministro da igualdade racial Edson Santos à vereança do Rio de Janeiro, mesmo sendo residente da capital fluminense ou de fora.

A história do companheiro Edson Santos pesou muito na nossa decisão política. O companheiro iniciou sua militância na base do movimento estudantil da UERJ e sua família é da comunidade do Horto, um dos símbolos da luta pela moradia no município e um alvo das ambições da Rede Globo. Sua formação política na base fez com que o companheiro Edson tornar se um dos brasileiros mais hábeis na política nacional. Sua experiência de ter sido eleito para cinco mandatos pelo Rio de Janeiro e vice presidente da Câmara fez com que conhecesse com profundidade as questões do município. 

Certa vez, o Leonel Brizola afirmou que: “o Rio de Janeiro é o bumbo da questão nacional” para apontar a ligação econômica e o peso político do Rio de Janeiro na questão nacional. Somos, atrás de Salvador, a segunda maior capital negra fora da África. Esse elementos são sintetizados pela trajetória política do companheiro Edson que ocupou a função de ministro no governo do Presidente Lula, criando a estrutura do Estado para a igualdade racial, como a política de cotas e o Estatuto de Igualdade Racial.

O companheiro Edson Santos tem estado junto ao Voz Operária na reestruturação do Partido dos Trabalhadores, sobretudo nas políticas para as regiões que temos atuação. Residente da Taquara, bairro da região de Jacarepaguá, Edson ajudou na construção e participa ativamente dos núcleos de base, além de ter sido responsável pela articulação zonal que possibilitou uma vitória do nosso campo no Processo de Eleição Interna (PED) de 2019.

Edson também foi um dos articuladores que, junto ao Núcleo Ninguém Fica Para Trás, com rigor e disciplina nas tarefas que se comprometeu, fortaleceu a campanha interna pela candidatura própria no município do Rio de Janeiro já ao final de 2019, fazendo conversas importantes com quadros de projeção nacional e até de outros partidos. Essa movimentação veio a ser vitoriosa internamente, quando a direção municipal assumiu para si a pré-candidatura de Benedita da Silva.

Em função da organização criminosa Lava-Jato e do golpe de Estado de 2016, nossa cidade foi mergulhada na mais profunda crise política, social e econômica da sua história, agravadas ainda mais pela crise sanitária do coronavírus. Ao lado da companheira Benedita da Silva, com sua disciplina e conhecimento, Edson cumprirá um papel fundamental para apontar saídas ao conjunto da situação. 

Sabemos que essas eleições ocorrerão em uma situação excepcional, marcada pelo descalabro intencional da crise do coronavírus. Desde 2016, não há resquícios de democracia no nosso país, porém devemos usar esse momento para agitar e propagandear a defesa do projeto democrático-popular e do legado dos governos do PT. Nesse sentido, Edson se coloca a defesa do Partido e de seus militantes.

#FirmeNaLuta!

Carta compromisso da candidatura de Edson Santos com o jornal Voz Operária

A pré-candidatura à vereança e, caso eleito, o mandato de Edson Santos, defende os seguintes eixos políticos junto às bases do Partido do Trabalhadores:

1) APOIO E PARTICIPAÇÃO ATIVA NA POLÍTICA DE NUCLEAÇÃO DO PT
Somente a classe trabalhadora organizada e consciente pode se colocar a altura do enfrentamento da conjuntura atual. O PT é o partido mais enraizado na classe e é responsabilidade dos setores nacionalistas e populares disponibilizarem os meios para a reorganização das bases, uma vez que apenas a determinação, disciplina e boa vontade dos militantes de base não são suficientes para construir uma política eficiente de nucleação.
Desde 2018, os militantes filiados ao PT agrupados em torno do jornal Voz Operária articularam a criação de cerca de 10 núcleos, e tantos outros em vias de criação. Com isso, provamos que mesmo pequenos e dispondo de poucos recursos, é possível fundar núcleos quando os interesses coletivos do partido estão acima das vontades particulares.
Dessa maneira, a campanha de Edson Santos se coloca para fortalecer a política de nucleação durante e depois da campanha eleitoral. Onde for possível, é tarefa construir núcleo do PT durante a campanha.

2) APOIO À CAMPANHA DE FORTALECIMENTO DA IMPRENSA OPERÁRIA
Na tarefa de organizar e formar a classe trabalhadora, a imprensa é um instrumento indispensável. O Voz Operária é um jornal histórico na luta da classe operária brasileira, e no PT tem muito a contribuir não apenas com análises mas com formulação política independente das pautas da mídia colonial hegemonica. Portanto, a candidatura de Edson se coloca a disposição de colaborar com o fortalecimento das campanhas do VO.

3) APOIO À CRIAÇÃO DO CAIXA DE AJUDA MÚTUA PARA PETISTAS
Ainda no início da pandemia, ao final de fevereiro do ano em curso e já prevendo os impactos da crise sanitária e econômica para o Brasil, o Núcleo Ninguém Fica Para Trás elaborou uma proposta que consiste na criação, pelo Partido, de um caixa de ajuda mútua para salvar vidas dos petistas desempregados, perseguidos e vulneráveis. É nossa responsabilidade proteger nossos companheiros em momentos difíceis. Dentro do PT ninguém ficará para trás.

4) APOIO À COMISSÃO DO PT CONTRA A PERSEGUIÇÃO POLÍTICA
Durante a etapa estadual e nacional do congresso do PT, foi aprovada a criação da comissão contra a perseguição política, proposta elaborada e defendida pelo Núcleo Ninguém Fica Para Trás. A candidatura do companheiro Edson se coloca a disposição de compor e promover a comissão do PT que busca lutar contra as perseguições políticas promovidas pelo golpe de Estado, judiciário e instrumentos de repressão. 

5) APOIO À CRIAÇÃO DA ESCOLA NACIONAL DE FORMAÇÃO DO VOZ OPERÁRIA
Os militantes agrupados em torno do jornal Voz Operária são, em sua maioria, jovens-adultos trabalhadores. Entendemos que a formação política, em especial para juventude operária, é essencial para fortalecer as bases do partido. Nesse sentido, o jornal defende a proposta de lançar a Escola Nacional de Quadros, que tem como função suprir as necessidades de formação política da militância referentes aos eixos de economia, história do Brasil, geopolítica, questão racial e a ciência imortal do proletariado, o marxismo-leninismo.

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