Os EUA estão em guerra contra o Brasil. Qual é o custo de negar essa realidade?

Apenas nos últimos vinte anos os Estados Unidos invadiram diretamente 9 países e causaram a morte de 11 milhões de pessoas. Se contarmos desde o fim da Segunda Guerra mundial, os EUA participaram de 106 golpes de Estado e fizeram 37 guerras, causando mais de 20 milhões de mortes em conflitos espalhados pelo mundo. Estamos levando em conta apenas os dados que as agências de espionagem norte-americanas reconheceram, sendo o número de agressões promovidas pelo imperialismo norte-americano muito maiores.

John Kerry, Secretário de Estado do Governo Obama e um dos articulistas da campanha de Joe Biden, declarou no Congresso Nacional que os Estados Unidos deveriam recuperar o controle sobre o “pátio traseiro”. Essa declaração vem de encontro com a Doutrina Monroe, que norteia a política externa norte-americana à mais de dois séculos e afirma que nenhum tipo de nacionalismo pode ter poder.

Outra política fundamental para hegemonia norteamericana é a doutrina da Segurança Nacional do Departamento de Estado, que vigora desde a época do Presidente Eisenhower. Essa doutrina afirma que o inimigo é interno. Baseados nessa doutrina, em 1964, os EUA deram um golpe de Estado no Brasil e reformularam toda a estrutura interna das Forças Armadas brasileiras. Desde então, os militares da FF.AA são na verdade tropas de ocupação do nosso inimigo, os EUA.

No Brasil, após 21 anos de Ditadura, o regime político imposto pelos EUA e o neoliberalismo fracassaram. Com a vitória do governo nacionalista e popular do Partido dos Trabalhadores, foi feito uma reabilitação do regime apodrecido e remendado herdado da Ditadura. Esse regime ainda se mantinha com base na Constituição Republicana, que por sua vez foi sepultada pela organização criminosa da Lava-Jato.

Quem não sabe sequer pronunciar o nome do verdadeiro inimigo, jamais retomará o destino da Nação

Desde 2016, o governo de fato da Ditadura Militar é orquestrado pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que por sua vez foi fundado nos parâmetros do Conselho de Segurança dos Estados Unidos, assessorado diretamente pelo agente da CIA no Brasil, Norman Duayne em conluio com o general Sérgio Echegoyen.

Nossos militares são formados pelo inimigo e são financiados pelo dinheiro do narcotráfico que os EUA dominam. Os militares brasileiros estão nas mãos do inimigo, seja porque acreditam nas ideologias do imperialismo ou porque se sustentam com o narcotráfico. Portanto, vão sempre fazer tudo que o seu verdadeiro chefe quer.

Além de ignorantes (não há outro nome para um militar que trai um país como o Brasil, que exala poder geopolítico), além disso, os militares são incompetentes. Não apenas a incompetência de defender o território nacional, porque isso eles já se provaram inúteis uma vez que se surbodidam ao inimigo para atacar o próprio povo. São incompetentes na tarefa de dar golpe e se sustentar no poder, exemplo disso é que precisaram da ajuda dos EUA para formar uma estrutura de governo.

Durante todo o golpe, a locuplência entre Forças Armadas e a Lava-Jato foi constante. A Lava-Jato, operação do FBI no Brasil, inicia o processo de perseguição à empresas nacionais e posteriormente vem a Ditadura Militar e entrega o patrimônio nacional para os donos do golpe, o imperialismo norte-americano.

Para legitimar essa guerra contra o Brasil, a Ditadura forjou uma eleição fraudulenta. Uma eleição que foi fruto do golpe contra a Presidente Dilma. Mais uma vez vemos a combinação entre a Lava-Jato e os militares. O principal candidato, o presidente Lula, teve seu direito político caçado, e impedido de se candidatar, o juiz que o condenou mais tarde se tornaria ministro e o Chefe das Forças Armadas, Villas Bôas, que ameaçou o STF para manter Lula sequestrado, tornariasse assessor do GSI.

A esquerda constantemente ataca o miliciano que ocupa sem legitimidade a cadeira presidencial, escolheram como principal inimigo um fantoche e não conseguem atacar os donos do fantoche. O miliciano é um holograma dos militares, que por sua vez trabalham para os EUA. Quem não sabe nem pronunciar o nome do inimigo jamais poderá vencer a guerra.

A função dos militares é unicamente garantir o lucro dos bancos, que vem crescendo mesmo com toda a crise econômica e sanitária. Vide o assalto dos cofres públicos com a libertação de 1 trilhão para os bancos privados.

Os militares não podem gerar saídas da crise porque seu regime é para gerar o caos. Lembrando do falecido “plano marshall”, anunciado pelo assassino da Marielle, o General Braga Netto. Foi o exército brasileiro que destruiu e sabotou seu complexo industrial de defesa e aeroespacial.

A inteligencia americana intercedeu para destruir a embraer antes que ela dispontasse a falida Boeing. As nossas construtoras foram eliminadas do mercado e subsitituidas por construtoras norte- americanas. O Brasil é um alvo constante da guerra dos EUA. Eles não precisam mandar diretamente seus mísseis (apenas as sucatas que são compradas pelas Forças Armadas) mandam no seu lugar a Lava-Jato, operação jurídica que reuniu jovens prostituídos ao FBI. Jovenzinhos pueris que ganharam poder com o apoio dos generais do Alto Comando.

Com a subserviência dessa corja de velhos traidores e narcotraficantes, os Estados Unidos puderam destruir todo nosso complexo industrial sem disparar sequer um míssil tomahawk .

Esses militares não tem apoio de ninguém, precisaram recorrer a base idiotizada das igrejas neopentecostais para tentar ganhar alguma base de apoio. porém, as igrejas não seguem a estratégia de poder dos militares, pois elas tem uma estratégia de poder próprio para converter o Brasil em um califado evangélico sionista.

Sem apoio de ninguém, esses militares bajuladores da CIA se limitam a ser relicários de medalhas, diplomas da maçonaria e de misseis enferrujados, simulando um poder que apenas surpreende idiotas. Se nossos militares, sob ordens dos EUA, declararam guerra ao nosso povo é bom lembrar que o que faz a guerra é a ação e não os equipamentos obsoletos oferecidos pelo Imperialismo. Já foi provada em diversas ocasiões que nossos militares não tem capacidade alguma de manter o controle sobre a população, exemplo disso foi a ocupação fracassada do Exército na Rocinha e na Villa Kennedy. Por essa razão, os nossos militares temem tanto que ocorra um Chile aqui dentro. Para o terror dele, o Brasil não vai ser Chile (um país menor e muito mais fácil de controlar). Aqui a revolta popular vai canalizar todos os 21 anos de opressão da Ditadura, 20 anos de fome da política neoliberal e 4 anos de um golpe que impede que o Brasil seja uma nação!

Para evitar essa revolta, os militares ficam permeando o cenário político com falsas rivalidades para enganar incautos. Porém, STF, Congresso, PSDB, mídia colonial, igrejas neopentecostais e militares concordar com as mesmas agendas.

Nos estamos em guerra com os EUA desde 2016, e toda semana os militares geram uma preocupação mais idiotas que a outra, e o pior, a esquerda cai e reproduz as campanhas de desinformação intencionais.

Essa gente que consome anualmente 40 bilhões do orçamento público sem dar nenhuma prestação de contas para a sociedade civil com que esse dinheiro é gasto, é teoricamente paga para proteger o povo, porém, a primeira coisa que os militares fizeram ao assumir o poder foi namorar a entrega da Embraer para a Boieng, e o presidente general Heleno concluiu a entrega. A autodeclarada oposição da Frente Ampla sequer protestou, ao contrário, elegeram Rodrigo Maia e votaram a entrega da Base de Alcântara.

Em apenas 4 anos de Ditadura do governo dos militares, eles já estão envolvidos em escândalos. Relembrando os 39kg de pasta base de cocaína apreendidos dentro do avião da presidência e que o general heleno ainda não explicou de onde veio e como foi parar dentro do avião comandado por ele.

O povo não deve nada para os militares! Não devemos temer-los! Nos pagamos o salario absurdos dessa gente que não serve para nada, pois conspiram contra a pátria. Corajosos eles não são porque nunca foram para uma guerra e são dóceis para qualquer país imperialista que palpite aqui dentro. A prova da covardia é que somente afirmam valentia contra o próprio povo desarmado.

Com seu egocentrismo frívolo, o Exército de ocupação colonial abusa da inteligência do povo brasileiro. A autoridade eles não têm, são um sindicato de criminoso que vendem o paíse pretensamente pensam ser donos do Brasil. No entanto, por sorte, o único caminho para eles serem descartados pelos seus próprios donos quando explodir a guerra na Venezuela, e do contrário quando eclodir uma revolta aqui dentro.

Deveria ser papel dos militares buscar enriquecer a soberania, a qualdade de vida do povo, porém, somente conseguiremos fazer isso quando nos livrarmos dessa tropa de ocupação colonial. Inevitavelmente, a guerra do futuro travada pelo povo Brasileiro será contra esses militares traidores. Para eles não restam mais salvação pois a estupidez, pretenção de poder e frivolidez já é um problema para aqueles mesmos que os colocaram no poder.

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