De serviçal a álibi: EUA tentam isolar o governo golpista para fragmentar o Brasil

Em meio ao entorpecimento geral pela cobertura midiática das eleições dos EUA, está em curso uma operação de isolamento do governo golpista pelos mesmos agentes internacionais que os colocaram no poder. De leal servo dos EUA a um álibi para violação da integridade territorial, essa é uma operação de conversão semelhante àquela feita ao presidente iraquiano Saddam Hussein em meados à década de 90. Nesse processo, o que de fato muda para nós, brasileiros, se é Biden ou Trump?

1. Biden & Harris contra o golpe?

No início de outubro, trouxemos a tona alguns elementos o esquecido histórico do candidato democrata à Casa Branca, o golpista Joe Biden, que participou ativamente, na condição de vice de Barack Obama, na operação de regime change (“troca de regime”) que levou à derrubada da Presidente Dilma. Em entrevistas recentes, declarações de Biden não deixam dúvidas de que seu governo tomará rédeas de maneira ainda mais severa contra o Brasil. Segundo o democrata, caso eleito, irá “reunir o mundo” para “pressionar” o governo brasileiro a preservar a Amazônia.

A orientação vem de cima: Trump teria sido, em 2019, também orientado por seus assessores a se afastar de Bolsonaro. A vice de Joe Biden, a senadora Kamala Harris, também tem se apresentado como “crítica” do “governo Bolsonaro” (entre aspas por sabermos que o governo é do Gabinete de Segurança Institucional — GSI), chegando a afirmar que as “queimadas na Amazônia afetam toda a população mundial”. Segundo ela, precisaríamos da “liderança americana para salvar nosso planeta” (sic), uma vez que as queimadas afetam “todos nós”.

As declarações da senadora arrancam o fôlego da classe média esclarecida, entorpecida pela possibilidade do retorno de figuras que explodem de representatividade na Casa Branca. Mas, poucos se atentam para o óbvio: os mesmos Chefes-de-Estado que golpearam o Brasil e fabricaram Bolsonaro, hoje tentam descartá-lo. Ainda menos são aqueles que se perguntam o porquê.

2. Um paralelo histórico: o Iraque entre 1963 e 2002.

Voltemos à fevereiro de 1963. Um golpe tem efeito no Iraque, derrubando Abd al-Karim Qasim, então primeiro-ministro do país, que em 1958 derrubou a monarquia Hashem, regime colaboracionista do neocolonialismo inglês. A chamada Revolução Ramadã promoveu uma campanha de extermínio contra o Partido Comunista do Iraque. Segundo o historiador Said Aburish, esse movimento golpista não só teve o apoio dos EUA, como foi o responsável por operacionalizar o assassinato de milhares de pessoas citadas em uma lista fornecida ao novo regime pela Agência Central de Inteligência, a CIA. Aburish fala em cerca de 5000 mortos, e cita nominalmente 600 pessoas entre médicos, professores, juristas e educadores.

Essa lista teria sido compilada em escritórios da CIA espalhadas por todo o Oriente Médio, com o apoio de figuras que, dentre as quais, se destacava o jovem Saddam Husseim. Na época, Saddam com 22 anos estava exilado no Egito, após fugir da prisão onde estava condenado à morte por participar da tentativa de assassinato de Qasim em 1959, em uma operação promovida pelo seu Partido Baath com apoio dos EUA.

O exílio de Saddam teria fim com a vitória dos golpistas. Conta o historiador que foram feitas transmissões secretas do Kuwait informando o nome e endereços dos comunistas, “de modo a que pudessem ser capturados e executados”. Ali Saleh, ministro do interior do novo regime que executou Qasim, diz que “chegamos ao poder num comboio da CIA”. O governo de Qasim foi responsável por retirar o Iraque do Pacto de Bagdad, aliança antisoviética do Oriente Médio, e nacionalizar parte da concessão britânica de petróleo.

A Revolução Ramadã de 1963 não apenas foi apoiada pelos EUA mas sim um verdadeiro operativo da CIA no Iraque, que pavimentou o caminho para a ascensão de Saddam Hussein em junho 1979. Em fevereiro desse mesmo ano, ocorria no vizinho Irã a vitória da revolução islâmica, que derrubou a monarquia colaboracionista do neocolonialismo estadunidense e europeu. Na sequência à sua ascensão (poucos meses após a vitória anticolonial no Irã), com o apoio de Ronald Reagan, do Kuwait, Arábia Saudita e de outros países coloboracionistas, Saddam tenta invadir o Irã em um conflito que perdurou de 1979 até 1988.

Foi com o fim da ameaça soviética, no alvorecer da década de 1990, que Saddam passou por uma operação midiática e convertido, de leal aliado dos EUA, em uma liderança do “eixo do mal”. Seu papel de operador político estadunidense no oriente médio estava fora de validade, e as tentativa se submeter o Irã ao imperialismo haviam falhado. Seria mais econômico administrar um país imerso no caos das disputas internas, bem na fronteira do Irã, do que manter os altos custos de um ordenamento estatal falido e incapaz de dobrar o vizinho. Dessa forma, Saddam poderia ser descartado, e assim o foi em 2002 e mais tarde com sua execução em 2006.

3. A urgência imperialista de um nova guerra

A reestruturação econômica da Rússia, junta ao estrondoso sucesso em todos os aspectos da República Popular da China, tem atraído os países do mundo, promovendo aos países da OTAN uma gradual perda de espaço em organismos multilaterais de deliberação, como a ONU. Desde a invasão do Iraque, em 2002, que os EUA, França e Reino Unido veem suas pretensões belicistas serem sucessivamente brecadas no Conselho de Segurança.

Associada à perda de hegemonia, a economia estadunidense e europeia ainda não se recuperaram do baque de 2008, estando agora ainda mais devastada pela pandemia da COVID-19. Esses elementos impõem ao imperialismo uma necessidade de queimar contas e girar sua capacidade produtiva para a reação ao desenvolvimento do terceiro mundo, o que representa uma gradual degradação do direito internacional. Soma-se ao quadro o fato da administração Trump (2017-2020), por inabilidade ou por opção, ter sido a primeira em décadas a não iniciar uma nova guerra de movimento. Para responder ao “problema Trump”, foi formada uma congregação informal entre o partido democrata dos EUA e os liberais europeus que querem a cabeça de Trump.

A economia imperialista, desde 1929, sobrevive com base no complexo industrial-militar. Para se ter uma ideia, durante a administração Obama (2009-2016), o orçamento da defesa foi 42% maior que a média da Guerra Fria. Apesar desses números, Obama foi saudado por, de fato, ter diminuído o número de baixas entre militares das suas coalizões ao redor do mundo. Longe do que seu prêmio Nobel da Paz sugere, essa diminuição se dá por uma mudança na forma de se guerrear. A doutrina de Obama de covert and proxy war (“guerra secreta e por procuração”) envolveu uma expansão das forças especiais, que de 70 países em 2009, passaram a estar presentes em 138 países ao final de 2016. Isso implica em uma menor mobilização de massas em guerras de ocupação, o que evidentemente implica em menos baixas estadunidenses. Somado à nova doutrina, foi registrado um aumento no número de ataques por drone (ao menos 547 no Paquistão, Iêmen e Somália, e um número incerto no Afeganistão) e bombardeios que somam mais de 100 mil durante os dois mandatos, ultrapassando as 70 mil bombas de George W. Bush. Entre 2014 e 2016, foram lançadas 65 mil bombas contra a Síria e Iraque.

Apesar de não ter iniciado uma nova guerra de movimento, Trump não deixa Obama para trás. Em outubro de 2017, Raqqa, na Síria, estava ainda mais devastada do que ficou Mosul, no Iraque, durante a era Obama. A coalizão liderada pelos EUA lançou mais 53 mil bombas contra a Síria e o Iraque, totalizando 118 mil bombas durante a campanha contra o Estado Islâmico. Aliás, os relatórios mensais da força aérea dos EUA não são divulgados desde fevereiro deste ano, escondendo portanto onde tropas estão e os alvos dos últimos meses. Com base em dados disponíveis, é facilmente verificável que Trump bateu o recorde em bombas lançadas contra o Afeganistão:

Bombardeios estadunidenses no Afeganistão entre 2006 e 2019

A administração Trump tem sido um grande compilado da política externa anterior, sem grandes novidades. A aplicação de sanções contra países em desenvolvimento foram ampliadas e estão ainda mais brutais. Mas, com a liderança da China, o terceiro mundo tem conseguido dar resposta e contorná-las. Ou seja: as sanções não tem surtido efeito em quem ela é aplicada.

Em 2018, argumentávamos que “as medidas protecionistas do dólar, como a taxação do aço chinês” seriam uma tentativa “desesperada” visando a “reorganização interna em oposição ao intervencionismo externo da [administração] anterior”, e sinalizávamos que elas não dariam “vazão à crise que se agravou nos últimos anos“. Essa tese se mostrou acertada, visto que, diferente do que se apresenta na mídia colonial brasileira, há até mesmo grupos de afro-americanos e latinos que apoiam sua candidatura de Trump à reeleição.

Antes da chegada da pandemia, Trump resolveu o problema do desemprego, apresentando a menor taxa em 50 anos. Além disso, Trump também revogou a lei dos three-strikes, aprovada em 1994, durante a administração “progressista” do democrata Bill Clinton. A aberração jurídica previa que em um eventual terceiro delito, o réu pegaria prisão perpétua. A revogação da lei foi articulada e saudada pelas comunidades negras, que viram milhares de pessoas serem liberados de uma condenação injusta. Por essas razões, apesar de toda a propaganda democrata e das políticas anti-imigração do atual governo, Trump ainda consegue reunir apoio entre trabalhadores de diversas minorias nos EUA.

Taxa de desemprego nos EUA entre 2009 e 2020

Quer dizer, nas medidas econômicas de Trump continham um elemento estratégico não só geopolítico, de brecar o avanço do terceiro mundo, mas sim de apagar o pavio de um grande barril de pólvora que são os EUA de hoje. No plano internacional, Trump reorganizou as tropas em novas posições e deixou o terreno preparado, interna e externamente, para o próximo mandato avançar com a nova guerra imperialista.

O fato de Trump não ter iniciado uma guerra de movimento não implica em crer que o bilionário seria um amante da paz, e os dados sobre os bombardeios comprovam isso. Esse elemento indica que aqueles que rodeiam Trump têm uma visão estratégica, que sabem que a população estadunidense não aguentará pacificamente o período de privação que será trazido por uma nova grande guerra. Nesse sentido, a pandemia pode ter vindo como uma faca de dois gumes: Se, por um lado, a COVID-19 desordenou o que Trump dedicou um mandato inteiro a realizar, por outro aumentou ainda mais as pressões do Deep State pela guerra.

4. Bolsonaro: um “Saddam 2.0”?

Já argumentamos, por inúmeras vezes, que o golpe de 2016 contra a presidente Dilma foi resultado de uma articulação imperialista na perspectiva de reorganizar a América Latina, conter o desenvolvimento regional e mirar uma implosão no BRICS. Esse processo golpista, que perdura até hoje, enfrenta desafios conjunturais que demandam uma maleabilidade tática, sofrendo mutações conforme esses desafios.

Em 2018, tentou-se viabilizar, via PSDB, o candidato de Washington para as eleições presidenciais. Geraldo Alckmin aplicou uma estratégia golpista dentro do próprio partido para se consolidar candidato, mas sua irrelevância ante o povo brasileiro tornaria um processo já desgastado, ainda mais insustentável. Para isso, o golpismo foi forçado a assumir a candidatura de Bolsonaro, um sujeito verborrágico, “incivilizado”, intragável para os liberais do partido democrata e da União Europeia. Mas Bolsonaro assume uma função única: é o boi de piranha do golpismo. Um holograma que personaliza as políticas antipovo, determina até onde o golpismo pode ir, e que, com isso, esconde os verdadeiros operadores do novo regime. É por essa função que foi posto na cadeira presidencial com a fraude de 2018, violando a vontade soberana de eleger Lula presidente.

Por que então, um sujeito leal aos EUA, que foi colocado na cadeira presidencial por intervenção do Departamento de Estado dos EUA, via Lava Jato e Gabinete de Segurança Institucional — e toca todas as agendas demandadas pelo imperialismo, permitindo inclusive exercícios militares dos EUA na Amazônia, que entrega a nossa indústria aeroespacial e bases de lançamento para o Tio Sam — estaria sendo ameaçado, tal qual seu par iraquiano em 2002, por personalidades proeminentes na política estadunidense de Joe Biden e Kamala Harris? E mais, por que e o ídolo desse sujeito, Donald Trump, estaria sendo aconselhado a se afastar?

Tal qual a administração Trump, para o Deep State a missão das FA brasileiras na América Latina está atrasada, atraso esse que possibilitou uma reorganização regional, o que demonstrou a incapacidade dos governos golpistas em se manter no poder. As vitórias no México e Argentina, o povo da Bolívia e do Chile demonstraram que o caminho da insurreição é aquele que pode derrotar os militares narcotraficantes. O governo bolivariano da Venezuela também conseguiu impedir as tentativas de sabotagem, de invasão de bandos mercenários e provocações fronteiriças. Deixando claro a inabilidade do governo golpista brasileiro e colombiano de dar cabo na guerra de procuração dos EUA contra a Venezuela, até o presente momento.

Essa guerra seria o elemento desencadeador da instabilidade na região, o início para a fabricação de um “novo Oriente Médio”, que abriria o leque de opções intervencionistas dos EUA na América Latina. É de Marx a formulação de que a história só se repete enquanto farsa: dada a incapacidade de promover uma invasão como aquela lançada pelo Iraque contra o Irã em 1979, o nosso Saddam tupiniquim terá uma carreira mais curta, “pulando” os 80’s e avançando direto para o final da década de 1990. Quer dizer, com esse novo ciclo que se abre nos EUA, seja pela administração direta do Deep State via Biden e Harris, ou pela pressão contra Donald Trump, abre-se precedente para uma campanha de isolamento internacional, via sanções, contra o governo golpista brasileiro.

5. Amazônia e Soberania Relativa

São antigas as pretensões de enquadrar a Amazônia na categoria de Soberania Relativa. Aos que são familiarizados com as questões do patrimônio, é uma discussão semelhante àquela feita por europeus que se recusam a repatriar o patrimônio assaltado por colonizadores durante a vigência do regime colonial-escravista mundial (esmagado no século passado pelas revoluções de libertação nacional). Quer dizer, o colonizador opera massacres e regimes de submissão de uma nação por outra, assalta o patrimônio histórico daquele povo e, uma vez imerso em uma situação de guerra interna, resultado direto da colonização, culpa o povo uma vez colonizado pela atual condição de coisas e o nega o direito à memória.

A questão da soberania relativa, no entanto, vai além da discussão patrimonialista: o que está em jogo é a integridade territorial soberana de um povo, ou seja, seu futuro. Em 1989, ao raiar das pautas ambientalistas, Al Gore, então senador pelo Partido Democrata, dizia que o Brasil estaria errado em pensar que a Amazônia seria nossa, mas de “todos”. Entendida então como patrimônio da humanidade, a Amazônia não poderia então ser gestada por um Estado Nacional que não teria condições de administrá-la. Portanto, um órgão internacional competente deveria fazê-lo, o que faz daquela região relativamente soberana. O grau de autonomia do governo nacional sobre aquele território dependeria do crivo do órgão internacional, gerido, por sua vez, por outros Estados nacionais.

É de 2012 o relatório de 170 recomendações do Conselho de Direitos Humanos da ONU para o Brasil, abordando temas caros ao povo brasileiro, como as execuções extrajudiciais por parte das polícias e a atuação de “esquadrões da morte”. Quer dizer, os EUA já possuem o monopólio do discurso dos direitos humanos, logo construir uma narrativa nesse sentido contra o Brasil não é nenhum trabalho hercúleo. Ainda mais que esses elementos estão bem documentados e foram novamente trazidos à tona no relatório do ano passado, apresentado por Michelle Bachelet, ex-presidente do Chile e então Alta Comissária de Direitos Humanos da ONU, no qual também foi apresentada uma série de falseamentos sobre a Venezuela de Maduro e desconsiderando as sanções estadunidenses. Soma-se, à narrativa de DDH, as queimadas na Amazônia e as disputas históricas entre etnias indígenas e o latifúndio.

Alias, a mídia colonial já se orienta nesse sentido. Em fevereiro do ano passado, ao cobrir uma troca de tiros entre a Guarda Nacional Bolivariana e paramilitares, próximo à fronteira da Guiana, Brasil e Venezuela, foi noticiado como se o ocorrido tivesse sido entre “militares venezuelanos e indígenas”. A manchete tentava colocar em grau de igualdade estado nacional venezuelano e uma suposta etnia não apenas “em-si”, mas também “para-si” (i.é., não meramente um grupo de origem comum, mas que se organiza e possui uma agenda de reivindicações e pautas comuns). Ou seja: venderam a notícia para inflar tensões étnicas inexistentes, como se a guarda bolivariana fosse um grupo com objetivo de suprimir uma nacionalidade oprimida, tirando o elemento geopolítico (afinal se tratava de um grupo de paramilitares: o que estaria fazendo ali ou, ainda, quem os teria armado?) do foco da investigação.

6. Pátria não se negocia!

Esse tipo de operação é recorrente em todos os processos de divisão nacional por conspirações estrangeiras (balcanização). Se treina e arma uma etnia e/ou um grupo religioso, inflando divergências intranacionais para estimular pretensões separatistas. O imperialismo não espera que esses pequenos grupos étnicos, fabricados e armados por ele, venham de fato a consolidar sua independência. O objetivo tático é auxiliar na linha de administração do caos, e forçar uma dispersão nos flancos das tropas regulares para focos de guerra assimétrica. Esse tipo de terceirização de combatentes foi fartamente empregada em guerras recentes em razão desses grupos não disporem de um planejamento estratégico de longo prazo, o que os torna uma opção barata, com grande rotatividade e pouca relevância na correlação de forças internacional.

Para concluir: lançaram-se as bases para uma campanha de divisão territorial do Brasil. Temos grupos étnicos e religiosos sendo inflados para enterrar de vez a unidade nacional, uma economia em frangalhos e um histórico desrespeito aos direitos humanos e ambientais, o que está sendo utilizado como álibi pelo imperialismo estadunidense e europeu, causados por um fantoche que ocupa a cadeira presidencial e que fora lá colocado pelo próprio imperialismo. O objetivo é desagregar a região e impedir o avanço e cooperação científica, tecnológica, econômica e militar da América Latina.

É preciso que ninguém se esqueça quem entregou a cadeira presidencial ao miliciano e colocou os militares no poder. Qualquer elemento da política nacional que defenda as sanções e intervenções imperialistas — com a desculpa de ser contra a cadela do imperialismo —, deve ser tratado igualmente como inimigo.

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