É Lula ou nada!

Coluna por Gabriel Araújo

As desculpas fajutas dos candidatos artificiais da esquerda pequeno burguesa, com o intuito de emplacar seu carreirismo eleitoreiro, são sempre carregadas de um profundo moralismo, de um excessivo preconceito de classes. Para esses acadêmicos e senhores bem estudados, em seu mais grotesco desprezo pela pátria e por aquilo que ela nos dá, dizem que um senhor operário metalúrgico e seu gigantesco partido, tem de seu mais humilde, abaixar a cabeça e se submeter ao reboquismo. 

É esse o mesmo argumento, que as classes dominantes utilizam, quando algum filho da classe trabalhadora se destaca em algo. Os filhos da casa grande logo tornam a querer colocá-lo no “seu lugar”, de onde não deveria ter saído, da condição de cidadão de segunda categoria.

Tentam culpabilizar e criminalizar o Partido dos Trabalhadores, por esse ter, nesse país dominado pelo imperialismo e pelas hordas antinacionais, ousado surgir no seio das amplas massas trabalhadores e por estas últimas se identificarem com o programa político do partido; tentam imputar ao Partido dos Trabalhadores uma personalidade arrogante, apenas pelo fato de termos democraticamente governado esse país por quatro mandatos e comprovado na prática que o papel do Brasil não é o de mero coadjuvante; tentam deslegitimar a hegemonia do Partido dos Trabalhadores, por essa hegemonia ter sido construída em uma cotidiana e democrática relação de luta e conscientização junto a classe operária; enfim, tentam anular o Partido dos Trabalhadores apenas por este ser aquilo que se propõe ser, ou seja, ser o maior partido de esquerda da América Latina e representar os anseios da imensa maioria da população, que são os trabalhadores.

A vitória momentânea dos trabalhadores no dia 08 de março de 2021, com a retomada dos direitos políticos de sua principal ferramenta, o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, abre um espaço para que esse tipo de chantagem seja sepultada no gigantesco aterro sanitário da história. 

É preciso dizer não! O lugar dos herdeiros de Tiradentes, de Zumbi dos Palmares, de João Candido, de Carlos Marighella e Luis Carlos Prestes, jamais será o espaço que tentam nos relegar desde 1500. E é para demonstrar justamente isso, para comprovar na prática, que o Partido dos Trabalhadores nasceu!

Não há mais tempo a se perder. É hora de virar o jogo!

Abaixo o golpe militar!

É Lula ou nada!

Por um governo nacionalista do Partido dos Trabalhadores!  

Obs.: As colunas não representam necessariamente os posicionamentos políticos do Editorial do Jornal Voz Operária. O Jornal está aberto as manifestações sinceras dos revolucionários no Brasil. Entre em contato para abrir uma coluna.

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