LAVA JATO CUSTOU 4,4 MILHÕES DE EMPREGOS E PERDAS GERADAS DE 64 BILHÕES DE DÓLARES

Um novo estudo publicado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) examinou os prejuízos econômicos que a operação Lava Jato causou à economia brasileira. O texto é citado em publicação no site da Brasil Wire.

A desmoralizada operação autoproclamada anticorrupção, com o apoio do Governo Obama (EUA) causou graves efeitos econômicos no Brasil, tais como: desemprego, desvalorização da moeda (Real) e a redução do Produto Interno Bruto (PIB). Esses aspectos serviram de estopim para fabricar uma crise econômica que pavimentou uma instabilidade política, e que resultou na campanha golpista e a derrubada do governo legítimo da presidente Dilma Rousseff.

O novo estudo, realizado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), mostra que R$ 172,2 bilhões em investimentos foram perdidos com a intervenção da máfia da Lava Jato em setores econômicos importantes do Brasil. Foram cerca de 64 bilhões de dólares na data do início da intervenção em 2015. Dos 4,4 milhões de novos desempregados atribuídos à Lava Jato, o setor da construção civil foi o mais afetado, com 1,1 milhão de empregos perdidos, indica a Brasil Wire.

A perda de investimentos para sustentar a Lava Jato é 40 vezes maior que os 4,3 bilhões de dólares que o Ministério Público Federal informa ter recuperado com a suposta operação anticorrupção. Os defensores da Lava Jato costumam citar a quantia recuperada para propagandear seu “sucesso”. Omitem também, que a Lava-Jato tentou criar uma fundação privada para saquear esses recursos e sustentar seu projeto político de poder.

A perda de investimentos também significou a redução na arrecadação de R$ 47,4 bilhões em impostos, sendo R$ 20,3 bilhões perdidos em contribuições de imposto de renda.

A Lava Jato também foi responsável pela fraude eleição de 2018, que levou à cadeira presidencial o miliciano terrorista Jair Bolsonaro. A Máfia de Curitiba decretou a prisão por motivos políticos do favorito às eleições, o presidente Lula da Silva. Além do miliciano, dos militares e seus aliados da organização criminosa lavajatista, os maiores beneficiários do golpe contra a Dilma Rousseff e da fraude eleitoral de 2018, foram as corporações estrangeiras, particularmente membros do lobby do Conselho de Wall Street, que fez campanha a favor da Operação Lava Jato internacionalmente. Os banqueiros norte-americanos colheram os benefícios no Brasil, a preço de banana, como resultado de uma operação armada de anticorrupção.

Anteriormente, a BBC havia citado outro estudo indicando que Lava Jato poderia ter causado uma queda de 2,5 no PIB apenas para 2015. Representando no recente estudo da CUT cerca de 4%.

Além disso, para citar apenas um exemplo, em 2017, foi tornado público quando o procurador-geral adjunto em exercício Kenneth Blanco afirmou que “é difícil imaginar uma relação de cooperação melhor na história recente do que a do Departamento de Justiça dos Estados Unidos. Os Estados Unidos Estados e Ministério Público do Brasil”, concluindo que resultados extraordinários foram obtidos com a operação Lava Jato, ao comemorar o veredito de culpado contra Lula.

Com o efeito golpe de Estado mergulhando o Brasil em uma crise sanitária e humanitária devido ao descalabro intencional da má gestão do coronavírus, o sistema imposto a partir da Lava Jato impõe apenas uma espécie de justiça relativa. O punitivismo, com o uso e o abuso da lei como manobra para essas práticas de guerra estão sobre a mesa em qualquer circunstância política e ou eleitoral, não apenas no Brasil, mas em quase toda a região do globo.

Os interesses nos grandes recursos que a região dos países coloniais da América, Africa e Ásia permanecem no olho do furacão corporativo que dinamiza as políticas dos Estados Unidos, claramente influentes no maior país da América do Sul.

No entanto, é importante que não apenas os diferentes mecanismos utilizados pelos operadores da justiça, especialmente Moro, tenham sido descobertos, mas também que a credibilidade de seus principais sujeitos e do que eles representam seja enfraquecida: um mecanismo de enfraquecimento institucional e político. Este é o efeito bumerangue, usado pelo Imperialismo para ampliar o poder sobre as nações.

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