a luta por moradia popular e contra o governo golpistas dá aula no 1° de maio

O 1° de Maio é o dia internacional dos trabalhadores, nesta data ocorrem em diversos locais pelo mundo atos de resistência e luta por direitos trabalhistas e sociais com a presença de diversas forças nacionalistas; no caso de Itaguaí, um pequeno município do estado do Rio de Janeiro, o Voz Operária novamente se fez presente em luta, somando-se ao Movimento do Povo, auxiliando a ocupação de um terreno da Petrobras onde deveria-se estar sendo construído um Polo Petroquímico, criando diversos empregos, desenvolvendo o município local e construindo a tão preciosa soberania nacional.

Sob o nome de “Acampamento de Refugiados Primeiro de Maio” o movimento contou com a presença de cerca de 300 pessoas, tendo o apoio inicial do Sindpetro NF, FUP e CUT, mas também contou com a presença do SINPRO-RIO, outros sindicatos, partidos e diversos movimentos populares, além da presença do Núcleo Dona Chica (Núcleo do Partido dos Trabalhadores da Zona Oeste do Município do Rio de Janeiro).

Barracas Organizadas no Terreno da Petrobras

A ocupação do terreno foi motivado a partir de duas motivações, a primeira está na ótica de como não há mais alguma previsão para a construção do Polo Petroquímico de Itaguaí, mesmo que ainda nos anos 80 tenha sido efetivado suai mplantação e este terreno tenha sido desapropriação pelo estado afim desse projeto, além da criação da PetroRio, isso significa que este terreno sob a gestão da Petrobras se mantém como ocioso desde esta época.

o anos de 1987 (ano do decreto) colocava-se a construção de, no mínimo, 30 mil empregos diretos além de ter sido uma das propostas para a recuperação econômica do Estado do Rio de Janeiro para os anos a frente, tendo em vista o atual crescimento da Petrobras durante os governos petista poderiam ter sido construídos ainda mais empregos diretos, sem contar os indiretos.

Já a segunda motivação se reflete no nome do acampamento, o termo refugiados reflete a política atual do Governo Golpista Militar, que se alinha a pandemia e coloca o povo como refugiados da Fome, da Falta de Emprego, da Falta de Direitos, da Falta de Vacina e do Golpe de Estado iniciado em 2015, uma das lideranças do movimento, Erick Vermelho, destaca: “refugiadas da pandemia, do genocídio, da fome, do desemprego, da miséria”.

Como já apresentado diversas vezes por este Jornal a defesa pelo direito a moradia é uma luta diária e incansável para a construção de um país mais justo onde os trabalhadores tenham acesso as riquezas que os mesmos produzem, além de que há uma necessidade do maior debate em como a Lava-Jato e o Golpe geram continuadamente atrasos no desenvolvimento de uma nação soberana, hoje o acampamento de refugiados mostra as duras realidades do estado do Rio de Janeiro: A miséria, a fome e a falta de política industrial do Neoliberalismo trazido pelo Golpe.

Voz Operária e SINPRO-RIO presente na atividade

SE MORAR É UM DIREITO OCUPAR É UM DEVER.

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