Não queremos continência, queremos os pescoços dos militares traidores da Pátria!

Em declaração dada ao jornal Folha de São Paulo, o comandante da Força Aérea Brasileira, Almirante Carlos de Almeida Baptista Junior, afirmou que: “os militares vão prestar continência a qualquer presidente eleito em 2022.”. A esquerda eleitoreira, que vive no céu de brigadeiro, festejou!

Tal declaração, se fosse dada em qualquer país sério, o militar seria de imediato repreendido e até perderia seu posto. Isso uma vez que, abre margem para a possibilidade que os militares podem agir de outra forma que não seja aceitar o resultados das eleições. Entretanto, a Constituição republicana de 1988 foi rasgada pela Lava-Jato, que os militares apoiaram.

Os militares estão a todo momento fazendo ameaças e insinuando que podem dar golpe. Essa declaração do Almirante Carlos de Almeida é um blefe com a sociedade. Traduzindo o que ele está falando: “Nós militares não vamos aderir ao “golpe do Bolsonaro”. Uma retórica sem pé nem cabeça criada por eles mesmos. Onde já se viu o poste urinar no cachorro? Nessa história o poste é o miliciano e o cachorro vira-lata dos EUA são os militares.

Um golpe militar necessita de uma logística e de uma base de apoio interna e externa que os militares não possuem. Se tratando de logística, os militares não conseguiram controlar nem a favela de Vila Kennedy durante a intervenção no RJ. E com relação à apoio, é raro encontra apoiadores de carne e osso do miliciano. Para os Estados Unidos também é bom manter a fachada democrática para preservar a sua operação, porque não evidencia para o publico norte-americano que o seu dinheiro está sendo usado para colocar milicianos no poder no Brasil. Para os militares é muito melhor manter a farsa democrática, por isso apostaram o processo manipulado do impeachment e na fraude eleitoral de 2018.

Não é só em Cuba e Venezuela que se exige respeito dos militares à leis da República. Por exemplo, em 2021, na França, país que ninguém no seu sano juízo seria capaz de chamar de “comunista”, militares foram expulsos e punidos por assinarem uma carta criticando o governo de Macron. Segundo a constituição francesa, militares que estejam na ativa ou na reserva são proibidos de expressar opiniões públicas sobre religião e política.

Porém, aqui no Brasil, o que é uma declaração absurda, é entendida pela imprensa golpista e pela esquerda eleitoreira como “compromisso das Forças Armadas com a democracia”. Dar declaração não é sinônimo de compromisso com coisa nenhuma.

Quem é armado com dinheiro da República não pode dar pitaco em política. E se os militares querem falar de política que comecem explicando o golpe de 1964, quem torturou, quem financiou, quem desapareceu com os corpos dos presos políticos durante a Ditadura deles?

Na verdade, o compromisso deles é com a destruição do Brasil. Os militares conspiraram com a Lava-Jato para dar golpe e permitiram a venda das nossas empresas para os Estados Unidos e Europa. Hoje está provado que Sergio Moro é um ladrão que ganhou dinheiro de empresas norte-americanas e que tentou fazer um fundo bilionário com o dinheiro das empresas brasileiras que ele ajudou a destruir. Mas agora, ninguém vai investigar quanto faturaram os militares traidores nesses esquemas?

De todos os generais que ocuparam cargos no Alto Comando na última década, 64% foram nomeados para postos dentro do governo do miliciano. Isso comprova mais uma vez que o governo não é do Bolsonaro, mas sim dos generais, que agora querem encenar um afastamento do miliciano para se livrar de todos seus crimes.

E falando em crimes… O Almirante Carlos Almeida foi um dos nomes que escreveram uma carta intimidando senadores na CPI da Covid. A carta atacou o presidente da CPI, Omar Aziz, que apenas fez uma declaração muito da moderada falando do papel de militares na roubalheira do governo. A CPI não chegou nem perto de abrir investigação contra os militares. Mas buscando impunidade, os militares genocidas tentam barrar qualquer possibilidade de investigação nas Forças Armadas para apurar as denúncias que generais teriam roubado o dinheiro da compra das vacinas.

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