Rússia usa a farsa da resistência ucraniana para vencer os Estados Unidos

O Governo Joe Biden tem falado repetidamente que querem usar a Ucrânia para dar um “novo Afeganistão” para os russos. Washington quer que o conflito prossiga pelo maior tempo possível, na esperança de que a Rússia seja atingida pelos efeitos colaterais da guerra, o que de fato, não ocorrerá.

A falta de senso da realidade desse grupo dos Democratas é tão grande que querem replicar um cenário de quase 40 anos atrás para nos dias atuais. Não levam em consideração que hoje a Rússia é muito mais poderosa do que já foi na época da União Soviética, apesar da balcanização dos anos 1990. Hoje a Rússia está integrada ao mercado mundial, tem maior coesão politica interna, apoio da população e as Força Armadas estão muito mais poderosas. Por exemplo, nenhum país da NATO tem a tecnologia balística para conseguir responder os russos.

Na Ucrânia, os Estados Unidos querem aplicar os mesmos manuais da CIA, das estratégia das tensões, que aplicaram no Afeganistão (e em muitos outros países). Ou seja, o plano tratasse de fomentar a criação de grupos terroristas e desestabilizar a região do Leste Europeu, convertendo não só a Ucrânia, mais também a Polônia, em uma base de operações de desestabilização da Rússia e para justificar a militarização de toda Europa pela NATO, alimentando a indústria armamentista que manda no governo Biden.

A inteligência russa já afirmou que tem todos os nomes, localização e informações completas de todos os terroristas hijadistas, nazistas e mercenários que a CIA está transportando para Ucrânia, portanto, o novo ISIS nazista da NATO não conseguirá fazer seus atentados terroristas na Rússia.

A propaganda da imprensa imperialista quer apresentar o Zelenski como um herói. Porém, Zelenski é na verdade uma espécie de Guaidó ucraniano cruzado com Bolsonaro. Assim como o Guaidó, ele é mais uma marionete de Washington, um palhaço que foi impulsionado por uma operação de propaganda nas redes sociais controladas pelos EUA. Entretanto, tem algumas características do que ocorreu no Brasil, ele chega ao governo em eleições fraudadas porque são fruto do golpe de Estado de 2014, usando o discurso do combate à corrupção e anti establishment, assim como a unidade entre fascismo e neoliberalismo, muito parecido com o ocorreu aqui no Brasil com o Bolsonaro. Obviamente não são coincidências, mas sim resultado da ingerência da política norte americana nesses três países.

Outra parte da propaganda é mostrar o povo ucraniano como vítima e ao mesmo tempo como insurgentes que resistem aos russos. Porém, mostra como vítima apenas uma parte da população ucraniana, porque o cinismo da propaganda da imprensa Ocidental invisibilizar o sofrimento da população do Donbaas, que perderam mais de 15 mil civis em bombardeios constantes e indiscriminados do Regime de Kiev durante 8 anos.

As unidades ucranianas ainda ativas, que consistem basicamente em mercenários, hijadistas do Oriente Médio e Nazistas, estão completamente cercadas e isoladas em várias e cidades. Nos primeiros dias da Operação Especial Russa, a Ucrânia ficou sem cadeia de comando, assim como em menos de duas semanas das operações, as Forças Armadas da Rússia já haviam conseguido neutralizar 90% da Força Aérea e 80% do Exército da Ucrânia (Fontes do Ministério da Defesa da Rússia). A Rússia alcançou amplamente seu objetivo de neutralizar os militares ucranianos.

É absolutamente ridículo afirmar que mercenários e nazistas drogados podem dar algum resposta ao maravilhoso Exército Russo, que é bem equipado, disciplinado, com moral em alta e com experiência em combate nas diversas operações que a Rússia realizou nas últimas décadas.

Parece que Joe Biden está na Idade Média não só pela idade, mas também pela mentalidade. Desde o século XVI, quando os Estados Nacionais perceberam que os mercenários não eram capazes de responder à um exército profissional e regular, que a questão dos mercenários está resolvida. Por tanto, essa declaração de dizer que mercenários vão resistir tem pelo menos 400 anos de atraso histórico.

Da mesma forma, é grotesco e criminoso afirmar que os civis ucranianos, inclusive idosos e crianças, com “armas de papelão” podem mudar o quadro das Operações. Civis que não estão lutando por causas de um nacionalismo falsificando, mas sim porque são obrigados porque o Regime Nazista de Kiev impôs Lei Marcial. A propaganda é tão absurda que Políticos da Europa e Estados Unidos já começam a reconhecer a ineficácia de distribuir armas para população civil na Ucrânia.

Desde o início da Operação Militar Especial da Rússia em território ucraniano, anunciada no dia 24 de fevereiro, o presidente russo, Vladimir Putin, deu ordens estritas para evitar baixas civis e grandes danos às cidades, o que retardou o avanço das tropas. A Rússia controla todo o ritmo da guerra. Ela tem o controle do espaço aéreo, das telecomunicações, das cadeias de comando e decide onde vão ocorrer os combates, onde atacar e se defender.

O fato de Putin estar tentando evitar ao máximo os efeitos colaterais da guerra, faz com os governos membros da NATO acreditem que o avanço russo, deliberadamente projetado para evitar baixas civis, repercuta como uma “fraqueza de Moscou”, então EUA e União Europeia enviam armas já obsoletas e mercenários para a Ucrânia para tentar prolongar o conflito. Assim, com a propaganda da resistência se cria falsas esperanças para os nazistas do Regime ucraniano.

Apesar da Rússia ter as condições para cortar as comunicações da Ucrânia, Putin não contrapõem a propaganda de resistência porque ele usa a falsa ilusão de que os ucranianos tem uma força que eles não possuem, dessa forma pode colher informações estratégicas e preparar os ataques.

As Forças Armadas da Rússia estão restringindo sua ação na operação porque estão buscando a rendição da Ucrânia, muitas cidades liberadas pelos Russos. Já há autoridades ucranianas falando em normalizar as relações com a Rússia, fato que seria muito mais difícil se houvesse um conflito generalizado. A guerra é um meio para um fim, o objetivo final da Rússia é tornar a Ucrânia neutra, não permitindo que o país se converta em uma base de operações para projetar ações de desestabilização da Rússia, já que os EUA não podem atacar a Rússia diretamente pois resultaria no holocausto nuclear.

A guerra é usada como uma maneira de persuasão para chegar a um acordo de neutralidade da Ucrânia, evitando que o país se junte à NATO, reinvindicações de segurança feitas pelos russos desde o fim da URSS, mas como os Estados Unidos são arrogantes, eles negligenciam as demanda dos outros países, e foram para Ucrânia provocar uma situação de conflito.

Washington na sua arrogância, em vez de reconhecer que eles foram os responsáveis por toda essa crise e deixar claro para o Regime de Kiev que não vão ajuda-los, eles empurraram toda a Ucrânia para uma histeria coletiva e colocaram em funcionamento todo seu aparato de propaganda para construir essa narrativa falsa sobre “eficiência das sanções”, que “há uma resistência ucraniana” e que “os russos estão perdendo”, porém está ocorrendo justamente o contrário.

Em breve, quando ficar claro que a resistência ucraniana nunca existiu e os efeitos das sanções ilegais contra a Rússia refletirem no aumento dos preços dos alimentos e da energia do público europeu e norte-americano, o “Guaidó ucraniano” vai ser esquecido também, e imprensa ocidental entrará numa profunda crise de credibilidade.

Tudo isso vai se somar os efeitos colaterais da guerra, quando não for mais possível censurar que os EUA empurrando a marionete Zelenski para jogar a Ucrânia em uma histeria suicida.

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