Imprensa pró-EUA mente e Resistência ucraniana é uma farsa.

No último dia 25 de março, o Ministério da Defesa russo, ofereceu mais uma coletiva de imprensa para informar acerca da Operação Especial Russa em território ucraniano, que completou um mês no último dia 24 de março. Esses informes é uma postura respeitosa do Kremlin que brinda o povo russo e os países do mundo com informação. Nas últimas 8 décadas, as centenas de guerras desenvolvidas pelos Estados Unidos jamais vimos o Pentágono dando informes sobre suas ações.

Nesse informe à imprensa, as autoridades russas afirmaram que os seus objetivos da primeira fase da Operação Especial foram conquistados. Desde o primeiro dia de operações, os russos avançaram cautelosamente para evitar ao máximo os efeitos colaterais da guerra (termo que foi criado pelos EUA para reportar-se às baixas civis, refugiados e destruição de infraestrutura civil).

No total foram neutralizados 80% do Exército ucraniano, 90% da Força Aérea, 100% da Marinha, além de destruir bases, centros de comando, radares, redes de comunicação, sistemas antiaéreos e arsenais. Os russos destruíram em um único dia, dia 25 de março, 91 instalações militares da Ucrânia. A unica coisa que sobrou da marinha ucraniana foram as minas navais que eles colocaram no porto de Odessa e que agora estão à deriva e pode atingir navios na costa da Turquia.

Infelizmente, o Ministério da Defesa informou que 1351 soldados russos foram mortos na Operação Especial, enquanto do lado ucraniano os números estão em 14 mil militares e 16 mil feridos. Por outro lado, sem nenhuma base de material, a NATO afirma que as baixas russas estão entre 7 mil à 14 mil, enquanto se referindo as perdas civis, ONGs norte-americanas dizem que estão em cerca de 1.500, mas eles mesmos dizem que não é possível confirmar nenhum desses dados.

Agora, o Alto-Comando russo afirma que concentrará em liberar o Donbaas, onde 93% de Luhansk e o 54% de Donetsk estão libertados as forças nazistas do Regime de Kiev. O objetivo dos russos não é ocupar a Ucrania e nem assumir os ônus de sustentar um governo funcional no território ucraniano, mas sim desmilitarizar a ameaça da NATO na fronteira russa. A imprensa dos Estados Unidos apresenta o que sempre foi o plano dos russos como uma derrota, dizendo que Moscou está em retirada e voltando para o território original de 24 de fevereiro.

A Rússia também divulgou documentos oficiais das Forças Armadas da Ucrânia sobre um plano de comando para invadir a região separatista de Donbaas. Plano iria começar no dia 28 de fevereiro, 4 dias antes da Operação Especial russa, e previa uma invasão massiva ao Donbaas precedida por um extenso bombardeio das cidades. Esse plano foi interceptado antes pelos russos, e mostra que o conflito era inevitável e que os russos estão se defendendo.

O mito da vitória ucraniana sobre a Rússia é uma mentira. Os Ucranianos não estão vencendo nada, até porque o Zelensky que ontem estava bancando que a Ucrânia iria entrar na NATO e até iria romper o acordo de desnuclearização de 1995, onde proíbe que as nações da ex-URSS possuam armas nucleares, agora aceita que a Ucrânia assuma estatus de neutralidade nos marcos do acordo de paz com a Rússia.

O exército russo está se restringindo na sua ação para ele chegar ao seu objetivo, que é impedir que a Ucrania se junte à NATO. A Rússia tentou esclarecer suas preocupações de segurança durante anos, inclusive em dezembro de 2021 enviou uma carta para Washington com demandas de segurança, mas os Estados Unidos como são arrogantes e não ouvem as demandas dos outros países não deram bola. Ao contrário, de forma proposital foram para a Ucrania fomentar uma crise. Colocavam o palhaço do Zelensky para atacar a Rússia, enquanto aquele outro palhaço do Stoltenberg provocava a Rússia dizendo que: “se os russos não querem NATO nas suas fronteiras, eles terão mais NATO nas suas fronteiras.”.

Desde sempre, Dentro dos EUA, a inteligência militar, muitos generais do pentágono e analistas militares dizem que anexar a Geórgia e Ucrania à NATO é um erro.

O Zelensky pôs o país dele numa histeria suicida coletiva. Os EUA induziram um conflito, fomentando uma histeria nazista de um nacionalismo falsificado que eles nunca poderiam ter, porque o suposto “nacionalismo ucraniano” pressupõem ataques ao nacionalismo russo, que nem o Bolsonaro, que é um nacionalista falso.

Desde o início a imprensa dos EUA transmitem imagens da guerra civil na Ucrania como fossem agora, note como fake news serve para censurar os outros não ele mesmo. Tentaram fazer isso na Venezuela, funcionou somente no Brasil. Com isso, a imprensa vai perder muito mais credibilidade por causa dessa guerra.

Guerra como maneira de persuasão para chegar um acordo, a guerra não é um objetivo em si, ela e um meio para o fim, não um meio em si mesmo como a imprensa transmite ser, porque o papel dela é só deseducação. Um estado quando seus outros recursos são derradeiros, diplomáticos, jurídicos, ativos, econômicos etc ela usa da guerra para impor a sua vontade. 

Infelizmente devem ignorar toda a imprensa, porque nada que eles dizem é confiável. Porque toda essa narrativa se desfaz quando o Putin aumenta o tom. Porque a NATO não tem nada que possa fazer que não transfigurasse em uma guerra nuclear. 

Os EUA ignoraram os russos e foram lá provocar uma situação. A responsabilidade desse conflito recai absolutamente sobre os Estados Unidos e eles impedem que Kiev se renda. Os EUA são os mais beneficiados desses conflito, eles consegue seu objetivo iniciado com o golpe de 2014 de destruir a Ucrânia, eles desestabilizam o leste europeu, convertendo aquela região em uma base fértil para ações hostis contra a Rússia, Zelensky se tornou um ditador nazista, eliminam os grupos nazistas que tinham maiores pretensões de poder na Ucrania (como o Batalhão Azov que foi sacrificado em Mariupol), conseguem criar um inimigo perfeito para NATO seguir alimentando a indústria armamentista e roubar da Rússia sua parcela de participação no mercado de energia europeu, eles anunciaram um aumento de 67,5 % suas exportações de gás a Europa. Em outra palavras, para comportar seus interesses geopolíticos, a Ucrânia é considerada pelos EUA mais um peão que pode ser sacrificado em um canto esquecido do tabuleiro.

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