CIA: atentado terrorista mata filha de filosofo russo Alexánder Dúgin

Na noite de sábado, dia 20 de agosto, Daria Dugina, a filha do filósofo russo, Alexánder Dúgin, foi brutalmente assassinada por um ataque terrorista em Moscou.

As autoridades russa presumem que a Daria não era o alvo do ataque, mas sim seu pai. A jovem com seu pai, Alexander Dúgin, voltavam de um festival de literatura próximo à Moscou. Ao sair do evento, pai e filha trocaram de carros e no caminho o veículo de Daria explodiu diante dos olhos de seu pai. Matando a mulher de 29 anos no ato.

O Comitê de Investigação da Rússia informou que já foi confirmado que a bomba com 400 gramas de TNT foi colocada no parte inferior do carro, ao lado do motorista, onde a jovem estava no volante.

A Rússia acredita na participação do Serviço Secreto da Ucrânia no ataque terrorista que tirou a vida da filha do pensador russo. Entretanto, como é sabido, na realidade a Ucrânia não tem serviço secreto coisa nenhuma, e eles são completamente dependente dos EUA, assim podemos presumir o envolvimento da CIA, que tem uma longa e numerosa lista de participação em casos simulares nas últimas décadas.

Por exemplo, em 1976, o ex-Ministro de Salvador Allende, Orlando Letelier, teve seu carro explodido no meio da capital Washington por uma bomba. O atentado foi organizado pelo serviço secreto da Ditadura de Pinochet com apoio da CIA.

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zajárova, alertou em uma mensagem publicada neste domingo em seu canal Telegram que, se caso confirmado a ligação da Ucrânia no atentado, provará “a política de terrorismo de Estado implementada pelo regime de Kiev”.

O desdobramento pratico disso é Moscou caracterizar o grupo de nazistas que estão no controle do poder em Kiev como organização terrorista, assim como Estado Islâmico e Al-Qaeda, estando sujeitos a qualquer ataque.

Da mesma forma, a porta-voz russa lembrou que houveram muitos casos semelhantes nos últimos anos: desde apelos políticos à violência contra a liderança russa até a participação de estruturas estatais ucranianas nos crimes.

As declarações da diplomata russa vieram depois que o líder da República Popular de Donetsk, Denís Pushilin, que também afirmou que por trás do atentado em Moscou estão “terroristas do regime ucraniano” que tentavam matar Dugin.

Por sua vez, o senador russo Andréi Klishas, ​​qualificou o ataque como um “ataque inimigo” cobrando as autoridades russas a levarem à justiça seus autores materiais e intelectuais.

Da Ucrânia e em resposta às declarações, um dos assessores do presidente Zelensky, destacou que Kiev não tem nada a ver com o ataque, pois não é “um Estado criminoso e terrorista”.

A influência de Dúgin sobre o presidente Putin tem sido objeto de especulação. A mídia ocidental que não gosta nenhum pouco de “teorias da conspiração”, acusa que o filósofo é o “guru de Putin” e outros jornais pró-norte-americanos, de forma ainda mais depreciativa, falam de “Rasputin de Putin”, entretanto o professor russo não ocupa nenhuma função no Estado ou de governo e alguns especialistas russos consideram que sua influência sobre Putin é nula ou mínima.

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