Segundo banco de dados, ex-agentes da CIA trabalham no Google

O Google, uma das maiores e mais influentes empresas de tecnologia, nos últimos anos, segundo o banco de dados de emprego, o site MintPress, contratou dezenas de ex-agentes da Central Intelligence Agency (CIA), para trabalhar nas áreas fundamentais da empresa, tais como: inteligência e segurança. 

Por exemplo, Kristie Canegallo, do Partido Democrata e vice-chefe de gabinete do Obama, atualmente é chefe do Departamento de Segurança Interna do Google. O departamento decide quais conteúdos vão entrar na plataforma, as regras e o que terá alcance reduzido ou aumentado para os usuários. 

Segundo Mike Pompeo, ex-diretor da CIA e ex-Secretario de Estado no governo Trump, admitiu em uma palestra que deu em 2019: “Quando eu era o diretor da CIA, mentimos, trapaceamos e roubávamos. Tinha cursos de treinamento inteiros só para isso!”

E tudo isso sem falar nos golpes, narcotráfico e a rede mundial de centros de tortura. Portanto, embora seja verdade que há um grupo limitado de pessoas qualificadas para funções de segurança cibernética, é perigoso que o Google esteja recrutando tantos espiões ativamente dos serviços de inteligência, ou que existe algum tipo de acordo secreto entre a empresa e o Pentagono, o que é mais provável. 

O Google tornou-se imensamente poderoso, transformando-se em um gigante que domina a comunicação on-line, o comércio, a coleta de informações, o entretenimento e muito mais. 

A empresa tem milhares de funcionários pelo Mundo, e ter pessoas altamente qualificadas na área de segurança cibernética e tecnologia é fundamental. Porém, não é por capacidade técnica que esses contratos ocorrem, porque nenhum ex-agentes dos Serviços de Inteligência da Rússia, Irã, Venezuela ou China por exemplo, são contratados pelo Google. 

Segundo matéria publicada pelo jornalista britânico Nafeez Ahmed revelou que: altos funcionários da CIA e outras agências de Inteligência dos EUA, supervisionaram a evolução do Google desde a fase de pré-lançamento até que a empresa estivesse pronta para ser lançada no mercado. O que não é nenhuma novidade, porque todas as grandes empresas norte-americanas, ao longo da história foram impulsionadas pelo Estado. Especialmente no Vale do Silício. 

Entretanto, sua matéria conclui que o Google foi fundado, nutrido e incubado pelas Agências de Espionagem e Inteligência dos EUA como parte de um desejo de dominar o mundo por meio do controle de informações. Financiado com dinheiro inicial da NASA e da CIA. 

Em 2007, o Google estava vendendo versões do Google Earth aprimoradas pelo governo dos Estados Unidos que estavam sendo usadas para procurar alvos no Iraque, Síria e Afeganistão, bem como mecanismos de busca que agências de espionagem usavam para vigilância, de acordo com o Washington Post (Ou seja, o jornal da própria CIA). O Google estava em parceria com a Lockheed Martin, empresa aeroespacial, para produzir tecnologia futurista para os militares. 

As guerras do século XXI trabalham constantemente com os conceitos de vigilância, comunicação e monitoramento. Para isso, é essencial um bioma de comunicações. Recentemente, o Governo Russo baniu a Google do seu território e do leste da Ucrânia porque a mesma, além de impulsionar propaganda contra a Operação Z e censurar as mídias russas, estava fornecendo dados, imagens e mapas para os ucranianos, segundo Moscou.  Deixando evidente que a Google é parte do complexo militar-industrial norte-americano. 

As conexões entre o Google e a CIA deve preocupar a todos nós, pois tudo isso ameaça os direitos individuais, à privacidade, e à liberdade de expressão. Uma vez que eles tenham seus dados, o governo dos EUA pode usá-los contra você a qualquer momento. 

No Brasil, em nome de combater as “fake news”, a Google e outras mídias sociais tem interferido no processo eleitoral. Transformando o Brasil em um campo de teste para as suas políticas de censura e controle de informação. Muitas publicações críticas ao processo eleitoral têm seu alcance reduzido ou simplesmente não aparecem para os usuários. Enquanto informações divulgadas pelos “parceiros da Google”, que curiosamente são os grandes monopólios de comunicação, são amplamente destacadas na cobertura das eleições. 

Claramente a Google está usando o Brasil para se prepara para as eleições legislativas desse ano nos EUA e especialmente para as eleições Presidenciais de 2024, na tentativa de evitar o retorno de Trump. 

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s