Alemanha caminha para o colapso da indústria na gestão de Olaf Scholz

O país mais importante da União Europeia, a Alemanha, está passando por uma grave crise econômica, e segundo o Banco Central, o país pode entrar em recessão no início de 2023. Há indícios de que não se trata apenas de uma série de erros e incompetência por parte do governo de Olaf Scholz (SPD), mas de uma estratégia dos Estados Unidos para limitar seus potenciais competidores comerciais europeus.

Os preços do gás e da eletricidade dispararam nos últimos meses devido às sanções que a União Europeia (E.U) aplicou contra a Rússia e que forçaram o país a reduzir os fluxos de gás. O gás teve um aumento de 220% desde fevereiro, apesar da relativa estabilidade no mes de agosto. Isso deixou muitas industrias alemãs com custos de insumos muito altos para permanecerem lucrativas, e economistas prevêem mais problemas para o setor industrial.

O país depende em 73% da energia provida da Rússia e como os processos industriais estão acorrentados às fontes de energia, é fácil entender como a crise energética na Alemanha se transforma em crise industrial. É o caso da siderúrgica ArcelorMittal, que recentemente fechou duas usinas no país e pede uma rápida intervenção de recuperação judicial. Os números da Steel Industry Association mostram como os custos adicionais de energia este ano ultrapassarão 10 bilhões de euros, o que equivale a um quarto do faturamento médio anual da indústria siderúrgica alemã.

Associação das Câmaras Alemãs de Indústria e Comércio (DIHK) alertou que a economia alemã simplesmente deixará de funcionar se o fornecimento de energia continuar sendo reduzido. Cerca de 8 milhões de pessoas trabalham na Industria do país e ela é responsável por 30% do PIB , e 80% das empresas prestadoras de serviço, que por sua vez correspondem à 69,5% do PIB, prestam apoio à indústria.

Na sexta-feira, 16 de setembro, o governo alemão anunciou que assumiu o controle da unidade alemã da petrolífera russa Rosneft (responsavel por 12% da capacidade de petróleo do país), suas subsidiárias Rosneft Deutschland e RN Refining & Marketing. Essas refinarias contam com o fornecimento de petróleo russo através do oleoduto Druzhba, que transporta petróleo da Rússia para a Europa. O Ministério da Economia da Alemanha, anunciou em comunicado que a Rosneft PJSC ficará sob a tutela da Federal Network Agency, entidade governamental responsável pelo fornecimento de gás, entre outros assuntos.

Este é o passo mais recente dado pelo establishment político alemão, em uma série de ações que resultaram na quebra da sua matriz energética, portanto, de sua infraestrutura econômica. Este colapso pode ter sido planejado por algum adversário geopolítico da Alemanha, no caso os Estados Unidos.

O Olaf Scholz assumiu o governo em dezembro de 2021 e 62% dos alemães rejeitam seu trabalho. Dentro do establishment alemão, muitos discutem a renuncia do Chanceler, que é considerado um dos piores governantes da história do país. Segundo o ex-assessor de segurança do governo Donald Trump, coronel Douglas Macgregor, Scholz pode cair até o final do ano, visto o desastre que é seu governo.

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